quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Estamos de mudança para o Facebook!


Prezados seguidores desse blog, há muito tempo não tenho o prazer de interagir com vocês! Mudanças e outras responsabilidades me impediram de continuar o trabalho por aqui. Agora estamos abrindo um grupo do blog no Facebook. La as coisas serão um pouco diferentes. O grupo é fechado e é necessário solicitar inclusão no grupo. As regras estão postadas logo no início. Além de membros participantes, teremos também outros que serão moderadores do grupo e administradores, 

O objetivo principal é a troca de conhecimentos entre nós. Cada participante poderá tirar dúvidas que serão respondidas por outros participantes ou por mim mesmo. Mas terão também o  compromisso de publicar dicas, informações dentro do foco do grupo, além de materias enfocando a experiencia profissional de cada um. Espero vocês por lá. 


Grande abraço a todos!

Marcelo Ruiz

sexta-feira, 14 de março de 2014

Premiere Pro CC: quatro vezes mais rápido com duas placas gráficas.



Finalmente depois de quase um ano sem postar vídeos, consegui filmar um rápido e simples teste comparando o Adobe Premiere CS6 com a nova versão CC (Cloud Computing). A grande novidade da versão atual é a possibilidade de trabalhar com mais de uma GPU (placa gráfica). Até a versão CS6 o programa só reconhecia e utilizava uma GPU para acelerar a visualização em tempo real e partes do render para exportação. O novo Premiere CC agora utiliza todos os recursos de todas as GPU's compatíveis que estiverem instaladas na estação de trabalho para acelerar o render de exportação. Agora o processo é feito na maior parte do tempo pela GPU e mais efeitos tem aceleração de render pela placa gráfica. Outra novidade é que o Adobe Media Encoder também se beneficia da aceleração do Mercury Playback Engine para a exportação de vídeo. Fiquei impressionado com a velocidade da nova versão em relação à antiga. em um primeiro teste simplificado, exportando um minuto de vídeo AVCH de uma câmera Canon 5DMKIII sem efeitos, o Premiere CC levou apenas onze segundos! Já o Premiere CS6 precisou de quarenta e sete segundos. Ou seja: a nova versão foi quase cinco vezes mais rápida! 

Para o teste, foi utilizada a nova workstation Thunderbird Pro com duas placas gráficas: Uma GTX 680 com 3 GB de RAM DDR5 e uma Quadro K4000 com a mesma capacidade de memória. No total, são mais de três mil núcleos CUDA de processamento que fazem um belo trabalho. Rodei o mesmo projeto que vemos no vídeo em meu notebook Samsung com processador i7 de terceira geração, 16 GB de RAM e dois discos SSD de 250 GB usando o CS6 e a placa gráfica HD4000 embutida no processador e o tempo de render foi de dois minutos e dez segundos. Por analogia, se o vídeo de teste tivesse 60 minutos de duração, teríamos os seguintes tempos de exportação do formato H.264 HD 1920 x 1080 30P para o formato MXF op1a IMX 50 Mbps 60i:
  • Notebook Samsung Series 5 Intel i7 = 121 minutos
  • Thunderbird III PRO com Premiere CS6 = 47 minutos
  • Tunderbird III PRO com Premiere CC e 2 GPU = 11 minutos
Ou seja, apesar da polêmica forma de comercialização, via pagamento de assinatura mensal, sem a compra definitiva, o Premiere Pro CC vale cada centavo da mensalidade paga. Poder exportar um vídeo (simples) de com duas horas de duração em HD para SD em 22 minutos é uma grande economia de tempo, de máquina, de luz e demais recursos da produtora. Espero que tenham gostado e em breve outros testes virão. Visitem a pagina das Workstations Thunderbird III aqui no blog para conferir mais detalhes das novas configurações.

Grande abraço!

Marcelo Ruiz

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Porque hoje é sexta! Depois não digam que só eu faço piada com a "lixeirinha"...

Foto publicada pelo blogueiro e diretor de fotografia Philip Bloom no Instagram  (http://instagram.com/p/kXnf6OKKnR/)

Acho que eu fui um dos primeiros a brincar com o novo design do MacPro da Apple, chamando de "lixeirinha do Steeve" a nova CPU. Inclusive recebi comentários zangados de leitores, que evidentemente como eu, simpatizam com a marca da maçã. Agora foi a vez do renomado e respeitável Philip Bloom, que escreve um ótimo blog sobre cinema e televisão. Evidentemente trata-se de uma brincadeira dele. Na foto publicada na sua conta do Instagram, ele colocou a frase: "O que é isso? Eu voltei para o hotel e a camareira tinha feito isso com meu amado MacPro! :( ".

Provavelmente foi mesmo uma brincadeira do blogueiro, pois para colocar o saco de lixo a camareira teria que tirar a cobertura superior do gabinete, o que dificilmente ela faria. Como ele é inglês, a foto deve ser mais um exemplo do humor britânico, do que fato real. Mas o que importa é que trata-se de uma brincadeira. Todos nós respeitamos a Apple e seu criador. Afinal, eles produzem sempre inovações que vão além do senso comum. Brincar não significa sempre querer denegrir ou atacar algo ou alguém. 

Grande abraço!

Marcelo Ruiz

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Filme antigo e repetido: "E o mensalão levou"


Há muito tempo eu faço questão de denunciar aqui no blog as maracutaias entre a administração pública e as agências de publicidade. O esquema é bem  (ou mal) conhecido do público como o Caso do Mensalão. Só que se enganam aqueles que pensam inocentemente que com o recolhimento dos acusados (apenas uma ínfima parte dos envolvidos), aos presídios, a coisa acabou. O esquema ainda continua ativo e bem obrigado. E todos os órgãos da administração direta ou indireta,  dos governos federal, estadual e municipal, podem  ser contaminados com essa praga. 

Está ai mais um caso. E no coração da república. O vídeo acima trata do esquema de fabricação de dossiês e perfis falsos nas redes sociais para difamar inimigos do governo. Mas o que nós, pequenos produtores independentes de vídeo temos a ver com isso? Nada deveria ser a resposta correta. Embora algiumas produtoras infelizmente façam parte do esquema, a grande maioria é de gente séria que luta para sobreviver em um mercado desleal. Por que desleal? Basta assistir ao vídeo com atenção para descobrir como tudo funciona.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Nova Sony Z100 4K já é oferecida oficialmente no mercado brasileiro.

Revendedor Autorizado Sony no Brasil já está vendendo a nova PXW-Z100 4K com garantia nacional. 

Nova câmera Sony que capta em formato 4K já aparece nas revendas autorizadas da marca no Brasil. Custando no exterior cerca de US$ 5.500,00 (R$ 13.475,00 ao cambio do dia em que esse post foi publicado), ela chega ao Brasil por R$ 20.499,00. O preço é salgado em relação à média dos demais modelos da Sony para câmeras portáteis para o seguimento de pequenas e médias produtoras. Uma HXR-NX5N comprada oficialmente mas revendas autorizadas saí por cerca de R$ 12.500,00 com 3 anos de garantia no Brasil. É o preço que se paga pela novidade. Se quiser saber mais sobre esse novo lançamento da Sony e minha opinião pessoal sobre o futuro do mercado de vídeos em 4K clique aqui

Grande abraço!

Marcelo Ruiz



sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Bits ou Bytes? Eis a questão...

Codecs e formatos de vídeo: Sopa de letrinhas...

Confundir bits com bytes pode gerar uma grande dor de cabeça e um erro oito vezes maior ou menor. Isso porque em um Byte de informação estão contidos 8 bits. Há certa confusão sobre as abreviaturas e a grafia, inclusive em literatura de fabricantes de equipamentos eletrônicos, o que é inadmissível. Muitas vezes são erros de digitação derivados da falta de conhecimento de quem diagramou o texto ou a tabela e a consequente falha do revisor. E como usamos muito essas duas grandezas de transferência e armazenamento de dados no nosso dia-a-dia profissional, é preciso não confundir e não abreviar errado esses valores.  Então para não esquecer mais e deixar tudo claro:

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Receita de bolo para regulagem de câmera existe?

Não importa qual seja a luz e de que fonte ela venha. Aluz é sempre amiga do fotógrafo e não sua inimiga.
Fotograma do filme Baraka" de Ron Fricke (1992), EUA. 

Recebi uma pergunta de um leitor, que não é um caso isolado.  Muitos procuram por esse tipo de solução. Mas a verdade é que ela não existe:

“Você sabe qual a melhor configuração para filmagens à noite e de dia com a câmera Sony HVR Z5N? Se souber poderia me dizer qual é, por favor? Preciso configurar a minha para testa-la.”

Na verdade essa é uma pergunta para a qual não há resposta. Não existe a tal configuração ideal, pois a cada cena captada, dependendo de diversos fatores, as exigências mudam. A própria luz do dia ou da noite muda o tempo todo. Então um ajuste único, tipo receita de bolo, não existe e se for tentado, na maioria dos casos só iria piorar as coisas. Mas como linhas gerais, o que se pode sempre recomendar é fazer muitos testes com o equipamento, em diversas situações, experimentando várias opções que configurações que ele oferece. Para isso é preciso antes conhecer bem os fundamentos da fotografia e do vídeo. Entender como eles influenciam o resultado da imagem final. Isso já é um grande passo para prevenir os erros mais comuns. Existem diversos sites sobre o assunto na web, inclusive abordando modelos específicos de câmera. Sites com as noções básicas da fotografia também são abundantes e com diversos níveis de complexidade.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Thunderbird 2014: Mais performance e preços reduzidos até fevereiro.

Todas as Thunderbird agora só utilizam discos de armazenamento em estado sólido

Novidades na linha Thunderbird 2014! A performance aumentou e o preço diminuiu. Todos os modelos podem ser comprados com desconto promocional durante os próximos trinta dias. Para atender as novas exigências dos lançamentos de câmeras de vídeo com codecs avançados (Sony XAVC e RAW entre eles) e o novo formato de captação em 4K, todas as workstations deixaram de usar discos rígidos mecânicos. Além do disco de sistema e aplicativos, que já era de estado sólido, agora os discos de armazenamento e projeto também usam a mesma tecnologia. 

Com isso as velocidades de leitura e gravação de dados amentaram em 5 vezes e a confiabilidade também cresceu. Afinal, discos de estado sólido não são sujeitos aos defeitos mecânicos como os modelos tradicionais e são mais imunes a surtos de energia. O peso também é menor e o espaço necessário dentro dos gabinetes diminuiu, permitindo o uso de chassis mais compactos e leves. Todos os modelos tem alças para transporte, facilitando o deslocamento e mesmo o uso no próprio set de filmagem, se necessário. Clique aqui e confira as características completas das novas Thunderbird 2014. 

 

domingo, 19 de janeiro de 2014

Fim de uma era...


A Paramount Pictures comunicou ao mercado exibidor dos EUA que não vai mais distribuir seus filmes em película. O ultimo filme distribuido nesse formato foi Tudo por um Furo (Anchorman 2: The Legend Continues) que estreou nos Estados Unidos em Dezembro passado. E começando por O lobo de Wall Street, a partir de agora somente serão distribuídas cópias digitais. 

Provavelmente a decisão da Paramount irá acelerar o processo nas outras distribuidoras, que já vinham avisando da mudança. Com isso, perde um pouco mais o sentido em filmar em película para depois intermediar em digital, como vinham fazendo alguns cineastas ainda reticentes com as câmeras digitais. O  que eu vou sentir falta mesmo é de olhar para o teto do cinema e ver aquele facho de luz multicolorida tremulando a 24 quadros até atingir a tela. Quem viu, viu, quem nunca viu não verá mais... 

Marcelo Ruiz

Sony lança camcorder compacta 4K voltada para o mercado profissional.


A Sony acaba de lançar uma nova camcorder dentro da faixa de preço para o mercado de baixo orçamento (pelo menos para os felizes clientes fora do Brasil) e com a novidade da captação em 4K. Com preço sugerido de US$ 6.350,00 no site de produtos broadcast da empresa, a PXW-Z100 se situa na faixa intermediária de preços entre as populares e as mais sofisticadas. E não deve ser confundida com o modelo FDR-AX1, que externamente é idêntico, porem com preço bem menor (US$ 4.499,00) e voltada para o público amador.

A FDR-AXI trabalha com uma compressão de vídeo inferior a sua irmã profissional (4:2:0) e capta, na verdade, vídeo em Super HD, ou seja, 3840×2160 60P @ 150 Mpps em compressão 4:2:0, enquanto a Z100 capta em 4096 x 2160 60P @ 600Mpps em compressão 4:2:2. A Sony também entrou na febre da “super alta definição" para o mercado de vídeo doméstico, que já contagiou players como a JVC, a GoPro, e até mesmo fabricantes de aparelhos celulares. Mas a Z100 é um produto de padrão profissional para aplicações profissionais, com um codec robusto (XAVC) e já utilizado nas Sony F5 e F55. A compressão em 4:2:2 também leva a qualidade de imagem e separação de cores a outro patamar do que estávamos acostumados com o AVCHD 4:2:0.

A Copa de 2014 e o mercado audiovisual: em que ponto chegamos,,,

Emissoras de TV trabalham na cobertura de jogo da Copa das Confederações, no Mineirão, Belo Horizonte
Imagem: Carolina Juliano/UOL

Venho alertando há muitos anos sobre os rumos que a produção de vídeo e cinema está trilhando no Brasil. E esse caminho tem nos levado cada vez mais perto do precipício. Mas sou voz única pregando no deserto.  Atitudes como mesquinhez, traição, falta de modéstia e humildade, egocentrismo e idolatria a certas figuras e práticas de mercado fizeram com que, mesmo após mais de 50 anos de existência da televisão no Brasil e quase um século de cinema, o mercado ainda engatinhe em termos de sustentabilidade e viabilidade de mercado.
Essa semana saiu uma matéria no site UOL COPA do grupo Folha sobre o fiasco dos negócios, envolvendo a cobertura da copa, entre televisões estrangeiras e as produtoras brasileiras. O texto na íntegra pode ser lido aqui nesse link. Mas gostaria de destacar alguns trechos pinçados na matéria e falar um pouco sobre eles. Os textos originais estão entre aspas e itálico:

“Emissoras de TV estrangeiras estão tendo que rever seus planos de transmissão da Copa do Mundo de 2014 no Brasil devido aos valores exorbitantes que estão sendo orçados por produtoras brasileiras...”

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Discos rígidos e mordomos são sempre os culpados...


É a máxima dos filmes de mistério e o ditado popular: O mordomo é sempre o culpado. Exagero, pois nem sempre o sujeito da casaca preta tinha culpa no crime. Mas no caso dos discos rígidos, os famosos “agadês”, eles atualmente estão com toda culpa. Ou quase toda. Acredite, depois de ler esse artigo, você vai entender o porquê de tantos problemas que vivem lhe tirando o sono, em relação a suas ilhas de edição e outros computadores. E tem mais: não deixe passar em branco o que vai ler adiante, sem pelo menos fazer alguns testes ou procurar se informar mais sobre o assunto. Vou dar algumas dicas e informações que valem ouro e podem resolver vários desses problemas.

Em primeiro lugar eu vou falar sobre alguns conceitos de maneira geral. Eles serão úteis para nos ajudar a entender porque precisamos mudar nossos valores sobre armazenamento e discos rígidos. Não é por acaso que a maioria dos usuários de computadores, mesmo aqueles que detêm um bom conhecimento, não ligam muito para o tema. Afinal, desde o surgimento dos primeiros discos rígidos para computadores pessoais, lá pelo início da década de 1980 – quando eram chamados de “winchester” em alusão a uma marca de disco da IBM, cujo projetista havia se inspirado nos famosos rifles – os discos rígidos mudaram pouco na teoria geral.

"Nova" camcorder Sony HXR-NX3: uma NX5 melhor ou pior?

O novo (?) lançamento da Sony, agora nesse início de 2014, me deixou com essa pergunta na cabeça. Sem dúvidas de que se trata de uma NX5 com modificações. Mas foram melhorias ou a nova versão ficou pior? Infelizmente me parece que a Sony e outros fabricantes continuam insistindo nesse jogo de lançar modelos um atrás do outro, como fazem os mestres da alta costura e as fábricas de automóveis.

Aos poucos esse conceito de que é necessário lançar um modelo novo a cada ano ou pior, como o mundo da alta costura, lançar moda a cada estação, o modelo de negócios vem nos empurrando "novas" câmeras a cada seis meses. Não me importa que sejam modelos realmente novos com tecnologias diferentes ou apenas requentados. Não dá para ficar trocando de equipamento a cada semestre. 

O que me aborrece mais é a sensação de ser ludibriado.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Rapidinha de sábado: eleições e campanha política

Um trio imbatível nas pesquisas de preferência...

Aos que vão se aventurar nas campanhas políticas para as próximas eleições, é bom já ir pensando no equipamento e no fluxo de trabalho. Teremos a Copa do Mundo exatamente no período que antecede o prazo da campanha na TV e podem haver dificuldade de aquisição ou locação de equipamentos.

Outra característica das eleições desse ano é que pela primeira vez a Globo só vai aceitar material para veiculação em XDCAM (disco ótico) como já vem fazendo desde janeiro de 2013 como restante do material para veiculação.Como produção para campanha política é batidão e não se perde tempo – na verdade tudo é em cima da hora – é importante otimizar o equipamento e o workflow de edição para evitar demora e dores de cabeça.

Nesse ponto não tem o que inventar.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Bronca geral: o complexo de vira-latas...


Até hoje, passados dois anos de existência do blog, 400 mil visitas e  mais de 3 mil dúvidas respondidas, eu nunca precisei reclamar de nenhum usuário/leitor ou censurar algum comentário.  Mas no final de 2013 recebi um comentário desaforado e sem noção que quase me fez parar de publicar o blog.  Obviamente não me dei ao trabalho de responder ao emissor da mensagem e excluí sumariamente seu post.

Em primeiro lugar, os termos não eram adequados e respeitosos. Em segundo lugar partiam de premissas equivocadas, de alguém que acha que entende de coisas e acaba falando besteiras. E em terceiro lugar, infelizmente, mesmo sem o autor saber, mostrava o tanto de complexo de vira-latas que o brasileiro ainda tem em relação às coisas e pessoas do seu país. A tendência de pichar tudo que é nacional e valorizar o que vem de fora.

Entre coisas descabidas, o leitor reclama do preço das minhas workstations, dizia que eu enganava as pessoas chamando meus computadores de workstations, citando o que para ele era o conceito correto do termo, sem se dar ao trabalho de pesquisar sobre o assunto e sobre as tendências que  certos tipos de máquinas para uso profissional passaram a apresentar de alguns anos até os dias atuais.