sábado, 30 de julho de 2011

Sua ilha de edição está acabando com seu lucro?

Recebo muitos e-mails e telefonemas pedindo dicas para melhorar o desempenho de computadores que estão sendo usados para edição de vídeo. O tema é vasto e complexo. Já publiquei aqui no blog diversos vídeos sobre o assunto tentando esclarecer o assunto.  Foram dicas sobre como configurar o Premiere Pro CS5, como tirar proveito do software Mercury Playback Engine e como melhorar o desempenho com o aproveitamento das capacidades da placa de vídeo.
Mas hoje recebi um e-mail de uma pessoa que reclamava do preço de uma de minhas workstations. Especificamente o modelo  top de linha para trabalhos em 3D.  Essa pessoa, em tom de deboche, dizia que o valor cobrado daria para comprar um carro usado e que se eu não baixasse o preço, não conseguiria vender o produto.
Mesmo entendendo que essa pessoa provavelmente não é do ramo e não tem conhecimento dos custos envolvidos em produção profissional de vídeo, não pude deixar de pensar que muito dos problemas, relatados por aqueles que me pedem sugestões, tem relação direta com esse hábito de comparar o preço das coisas para chegar a uma noção de valor.
O problema é quando se compara laranjas com bananas tentando estabelecer um valor  para cada uma delas.  Fora a semelhança óbvia que as duas são frutas e servem para alimentar, o restante não pode ser comparado. Cada uma requer uma tipo de cuidado, insumos e trabalho para ser cultivada. E fora isso tem também o valor subjetivo e pessoal. Uma pessoa que deteste banana vai sempre achar o produto caro. Outra que ame laranjas talvez pague um valor acima do aceitável para comprar o produto.
Computadores e workstations tem várias semelhanças, mas assim como bananas e laranjas, não podem ser comparados. Uma torta de banana não pode ser feita com laranjas. Um computador pessoal não pode ser usado no lugar de uma ilha de edição, sob pena de se tornar uma torta de banana com sabor laranja: serve para alimentar mas não trará o mesmo prazer estético. Vai frustrar o paladar de quem experimenta.
Não adianta tentar economizar na hora da compra. O resultado a longo prazo certamente será de prejuízo. Para exemplificar o que estou tentando mostrar, vamos olhar a tabela abaixo. São resultados expressos em tempo necessário para executar tarefas cotidianas nas áreas de edição de vídeo e criação de conteúdo 3D.


A diferença entre processadores mais antigos como o Core 2 Duo ou Quad e os mais novos Core i7 é muito significativa, chegando a ser 3 vezes mais lenta para os processadores mais antigos. Mesmo entre os processadores mais novos Core i7, a diferença entre a segunda geração e a primeira passa dos 50% em economia de tempo.
Tomando como exemplo a edição de vídeo em HD no Premiere CS5, uma timeline com 2 horas de duração, pode levar mais de 15 horas para ser exportada,  no formato H.264, para BluRay, em um computador com processador Core 2 Duo. Em contrapartida a mesma tarefa pode ser executada em 2 horas e meia em uma workstation equipada com processador Core i7 de Segunda Geração. Se considerarmos um expediente normal de 8 horas diárias de trabalho, somente a codificação final do projeto, sem contar o tempo gasto para a edição e finalização, levaria um dia e meio para obter o produto final. Além do tempo em espera, devemos levar em conta também os custos operacionais envolvidos.
No caso de projetos onde o render é necessário não apenas para a exportação do produto final, mas também para a visualização dos resultados durante o processo de criação,  a espera pode significar um tempo até seis vezes maior, quando comparamos um processador  Core 2 Duo com um Core i7 moderno.
Isso significa renderizar uma composição em formato HD com 30 segundos de duração em pouco mais de 4 minutos  para um processador veloz, a mais de 25 minutos em processadores mais antigos. Os resultados são semelhantes em programas que utilizam cálculos vetoriais como o After Efects CS5 ou o 3DMax.
Por essas razões, tentar economizar na configuração inicial ou na substituição de um equipamento de edição, pode significar um prejuízo muito maior e contínuo no tempo desperdiçado em tarefas que não podem deixar de ser executadas. Significa maior desgaste para o próprio equipamento e principalmente para o profissional que o opera e muitas vezes significa danos a imagem de seu empreendimento, por descumprir prazos estabelecidos  em um negócio onde o tempo é sempre escasso e caro.
Da mesma forma, utilizar equipamentos superdimensionados para determinadas tarefas, pode trazer prejuízos em relação ao custo inicial de aquisição,  ao custo decorrente da depreciação e o ganho real em termos de desempenho obtido. As vezes, menos pode significar mais e muito mais pode significar um pouco menos.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

É o fim da era Apple/Fine Cut Pro no cenário da edição de vídeo não linear?


Mesmo sob pena de causar a ira dos Mac’maníacos, vou correr o risco de escrever esse artigo. Meu conselho, para quem ainda acha que os Mac’s reinam supremos na edição de vídeo, seria: analise bem as tendências de mercado e se informe bastante nos meios especializados antes de trocar seu velho Mac Pro por um novo equipamento de edição não-linear.

Sei como os Mac’guerreiros são empedernidos quando se trata de discutir o tema.  Os seguidores fiéis da marca quase nunca aceitam argumentos de não iniciados. Mas vamos tentar, ao longo desse artigo, analisar de maneira isenta e sempre citando as fontes, os argumentos em jogo.

Os sinais de fumaça já andam sendo mostrados no alto das montanhas do Vale do Silício. Os primeiros sinais apareceram em 2006 quando os MacPro e iMac começaram a ser vendidos com processadores Intel Core Duo. Alguns meses depois a empresa da maça lançava o Bootcamp, que permitia a usuários do sistema OsX instalar o Windows em seus computadores.

Agora, em 2011, novamente nuvens de fumaça branca se levantam do QG da Apple para anunciar o fim do suporte aos processadores PowerPC.   Com o lançamento do OsX Lion torna-se necessário ter, no mínimo, um processador Intel instalado no computador.

Também há sinais de mudanças no lançamento da nova versão do Final Cut. O sistema que agora é chamado de Final Cut X esta levantando rumores, no mercado profissional de edição de vídeos, tão variados como especulações de que a empresa de Steve Jobs estaria abandonando o segmento profissional de edição[1] ou que, na verdade, trata-se de uma radical inovação no modo de editar vídeos em sistemas não-lineares[2].

Arrisco aqui uma opinião diversa que engloba as outras duas em uma terceira via. Tal como aconteceu com seu hardware, a Apple talvez esteja querendo se aproximar do senso comum. Assim como a Avid lançou recentemente a nova versão do Media Composer, finalmente permitindo, de maneira mais prática e funcional, sua instalação e funcionamento plenos em equipamentos não-proprietários e não necessariamente fabricados por parceiros homologados.

Talvez a Apple esteja mirando o mercado de varejo, dos pequenos empresários do setor de vídeo e tv, que optam por construir seus próprios sistemas de ENL[3]. Acho que, daqui por diante, não seria surpresa vermos, no futuro, uma versão do Final Cut X para Windows. Por outro lado, a Apple afirma que a nova versão de seu software de edição ainda não está madura o suficiente para o mercado profissional e que novas implementações estarão disponíveis brevemente.
Com a redução do preço inicial de aquisição do programa tendo baixado mais de 30% em relação a versão anterior, embora desprovida de várias funcionalidades, que devem ser adquiridas a parte nas Apple Stores, a empresa quer claramente competir com a Adobe e Avid, que também reduziram os preços de seus produtos  desse segmento.

Eu tenho comentado aqui no blog em alguns vídeos, sobre a crescente vantagem dos sistemas NLE baseados em PC Windows sobre o Final Cut Pro. Uma dessas vantagens foi o Mercury Play Back Engine, que deixou de fora os Macbook Pro e MacPro, que utilizam placas de vídeo ATI.  A Nvidia contra atacou lançando a Quadro 4000 em versão especial para Mac Pro, pois um crescente número de usuários estava optando por usar a versão do Premiere CS5 para o sistema operacional OsX.

Meio refém de acordos comerciais com a ATI, que inclusive teve diversos profissionais de TI mudando-se para as fileiras de Steve Jobs, a Apple contra-atacou essa desvantagem com as novas funcionalidades do Final Cut X que incluem a arquitetura de 64 bits, permitindo ao aplicativo reconhecer mais de 4 Gb de RAM e a implementação de um render inteligente, que trabalha quieto em segundo plano, usando a CPU e a GPU para acelerar as tarefas.

Isso reforça mais a idéia de uma futura versão do Final Cut para PC’s Windows talvez baseados em aceleração de render com placas da ATI. A empresa viu, desde o lançamento do Premiere CS5, uma migração de consumidores de placas hight-end para os produtos  NVidia Cuda Active. Talvez agora seja a hora do troco. É esperar para ver.

Mas meu leitor deve, a esta altura, estar confuso em relação ao título desse artigo, pois até agora tudo que escrevi aponta para um ganho de desempenho do produto da Apple. Mas vamos então clarear as coisas. Tudo o que foi dito até agora, aponta para uma retomada de vantagens da Apple sobre os concorrentes, retomando a posição de superioridade que ela sempre desfrutou.

Isso também significa claramente que nos últimos dois ou três anos os produtos baseados em Windows PC para o mercado de vídeo profissional se tornaram maduros  e incorporaram significativos avanços tecnológicos. Isso levou o mercado a um empate técnico. Se antes, os computadores Mac com Final Cut Pro reinavam confortavelmente no segmento dominado historicamente pela Avid, as duas empresas viram uma brande fatia desse mercado ser abocanhada por sistemas e equipamentos de outros fabricantes e desenvolvedores.

A crise global de 2008, o crescimento da participação de pequenas produtoras no, antes quase inacessível, mercado de produção profissional de vídeos em alta definição, proporcionado pelos lançamentos de produtos com preços acessíveis pelas quatro grandes marcas do setor, principalmente na área de aquisição de imagens, forçaram esse mesmo mercado consumidor a buscar e solicitar soluções de baixo custo para seus departamentos de edição e finalização de conteúdos.

Da dependência quase total de sistemas NLE fechados e proprietários até a metade da década atual, passamos para a liberdade de escolher, configurar e adquirir esses equipamentos em partes distintas e de fabricantes diferentes.  Hoje, um técnico de computadores e sistemas com conhecimento mediano já é capaz de montar sistemas bons o suficiente para ENL.

É claro que sistemas mais avançados, que possam competir em pé de igualdade com equipamentos hight-end, ainda necessitam de um conhecimento mais apurado para atingirem performance máxima. Mas a disponibilidade de tecnologia de ponta acessível a baixo custo trouxe liberdade aos pequenos e médios empreendedores do setor.

Sendo assim, voltamos ao foco do artigo, com o seguinte questionamento: vale a pena se pagar milhares de reais a mais por produtos Apple, HP, Dell, Avid e outros fabricantes e integradores de workstations NLE para, no final, termos um ganho de eficiência que não ultrapassa os 5 ou 10%? Sobre esse tema, sugiro a leitura de algumas conclusões do pessoal do site PPBM5[4], que se dedica a testar e avaliar computadores rodando Adobe Premiere Pro globalmente em um interessante artigo intitulado Background on the new test results, que poderia ser traduzido livremente por “Conclusões sobre os novos resultados dos testes”.

Nesse artigo, os responseveis pelo site deixam claro que, gastando milhares do dólares em um sistema NLE, é relativamente fácil conseguir desempenho. Mas que, tomando como princípio a necessidade de se manter o custo de aquisição baixo, para possibilitar o retorno do investimento, os melhores sistemas não são, necessariamente, os mais caros.

E que o ganho de desempenho entre a máquina mais cara e a mediana é tão pouco , que não justifica o montante investido e não se paga, levando em conta a vida útil do equipamento. E esse ponto é muito importante e deve ser levado em consideração na hora da escolha do equipamento.

Não estou absolutamente desqualificando os equipamentos dos fabricantes citados. Todos eles são o que há de melhor na categoria. Porém, o pequeno e médio empresário do nosso setor, deve tomar cuidado na escolha. Os principais pontos a levar em conta são:

·      Custo inicial de aquisição;
·      Vida útil efetiva do equipamento;
·      Possibilidade de agregar novas tecnologias;
·      Dependência de peças de manutenção exclusivas;
·      Facilidade de assistência técnica;
·      Tempo de espera em caso de manutenção.

O custo inicial de aquisição é importante porque determinará seu lucro com o equipamento. Tendo a vida útil limitada, nem tanto pela durabilidade, mas preponderantemente pela desatualização extremamente rápida da tecnologia, uma NLE com custo inicial elevado pode não se pagar até precisar ser aposentada. E isso é prejuízo na certa.

Se a vida útil é determinada mais pelo avanço da tecnologia, do que pela durabilidade dos componentes, é necessário que o sistema possa ter possibilidades de upgrades futuros a custo baixo e tempo de parada mínimo.
Deve ser também flexível o bastante para acomodar tecnologias novas de diferentes fabricantes.

Sistemas fechados ou de fabricantes com características especiais tendem a usar componentes internos fabricados especialmente para eles. Em caso de quebra de um desses componentes, o tempo de reposição, mesmo contando quase sempre com uma garantia abrangente e eficiente, pode demorar mais que o suportável em uma pequena empresa, que não tem equipamentos iguais de reserva.

Também a facilidade de acionamento e o tempo de solução do problema por parte dos profissionais da assistência técnica deve ser levado em consideração. Não é raro encontrarmos casos em que o equipamento tem que ser enviado para outro país para solucionar um defeito. Ou a assistência técnica, apesar do atendimento rápido e interessado, ter que aguardar meses pelo envio de um componente a partir de sua matriz no exterior.

Em todos esses casos é mais conveniente ter um sistema NLE montado com componentes de mercado, que podem ser encontrados com certa facilidade e bom preço em um bom fornecedor de hardware em sua cidade ou com site de compras online. E isso não significa abrir mão da qualidade ou da eficiência. É tudo uma questão de escolher o hardware correto e a configuração precisa e especializada para as tarefas a serem desempenhadas pelo equipamento.

Cada vez mais os empreendedores do segmento de vídeo produção tem estado atentos a essa questão dos custos. E muitos estão abandonando os sistemas proprietários ou muito exclusivos na hora da substituição de suas estações de trabalho ENL. Exatamente por isso vemos um grande movimento no mercado de soluções de hardware e software no sentido da universalização do uso de tecnologias e componentes.

É o caso da Apple ao adotar processadores Intel, da Intel ao lançar tecnologias como a nova interface de comunicação Thunderbolt[5] que, lançada com um breve período de exclusividade pela Apple, estará brevemente em computadores PC, desenvolvedores de sistemas e softwares como Adobe, Avid, Blackmagic e outros que se preocupam em fornecer sempre opções para Mac e Windows  em seus lançamentos. Então se você se preocupa com coisas como lucro e custos deve pensar e pesquisar bastante antes de fazer suas escolhas se baseando apenas em nomes e marcas.




[1] http://www.tvtechnology.com/article/122670
[2] http://library.creativecow.net/adcock_gary/FCPX/1
[3] Edição Não Linear
[4] http://ppbm5.com/News.html
[5] http://en.wikipedia.org/wiki/Thunderbolt_(interface)

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Ganhando tempo com uso de gravador digital de vídeos.



O uso de gravadores digitais de vídeo tem se popularizado.  A grande vantagem desse equipamento é permitir que o conteúdo capturado, seja em eventos ao vivo, seja em estúdio ou externas, esteja disponível para edição imediatamente. A economia de tempo em relação ao uso de fitas de vídeo é dramática, poupando muitas horas ao editor.  Mesmo quando comparado ao tempo de descarga de cartões  SDHC, a economia de tempo pode chegar a quase uma hora para  cerca de duas horas de material capturado.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Gravar conteúdos ao vivo e disponibilizar rapidamente para seu cliente!


O mercado de vídeo produção é frenético. Os clientes tem pressa. Como disponibilizar conteúdos de eventos gravados ao vivo imediatamente para seus clientes em DVD?  Muitos colegas que produzem esse tipo de evento encontram dificuldades para atender esse tipo de solicitação.

Seja em eventos sociais como formaturas, casamentos e aniversários, seja em eventos corporativos como seminários, palestras e congressos, o cliente muitas vezes solicita a equipe de filmagem uma cópia da gravação para distribuir como brinde ou material didático aos participantes.

Com as novas tecnologias disponíveis, essa tarefa se tornou mais fácil. Você pode atender esse tipo de pedido tendo os equipamentos certos em sua produtora. As possibilidades são muitas e incluem edição em tempo real com diversas câmeras, inserção de cartelas, arquivos do tipo Powerpoint apresentados durante as palestras, fotos e outros conteúdos.

O áudio e certos parâmetros do vídeo como níveis de brilho e contraste e correção de cor também podem ser ajustados. O material captado também pode ser editado para correção de erros durante o corte ao vivo.

O material pode ser distribuído em minutos após o evento na forma de DVD ou mesmo disponibilização no site do cliente em forma de streaming. 

Veja no próximo programa como fazer esse truque bacana que vai valorizar mais suas produções e aumentar seu diferencial competitivo. 

Melhorando o desempenho na edição de vídeos AVCHD



Com o novo formato AVCHD presente em todas as novas cameras HD profissionais, editar fluxos de vídeo em alta tornou-se um problema em ilhas de edição que não estejam preparadas econfiguradas para a tarefa. Veja aqui como evitar as armadilhas do novo formato. Confira a matéria...

por: Marcelo Ruiz

Programa Gravado no estúdio da Olharmultimídia:


apresentação
MARCELO RUIZ


direção, câmera RODRIGO NUNES
edição,pós-produção CLARISSA ALMEIDA


produção
OLHARMULTIMÍDIA


terça-feira, 12 de julho de 2011

Sony NX5 ou Z5? Na duvida fique com as duas!



Muitos colegas me perguntam sobre qual câmera comprar. Nesse vídeo vamos discutir um pouco sobre a nova Sony NX5 e a veterana Z5U. Se você acha que a Z5 deve ser trocada, assista o vídeo e veja que ela ainda tem muito a oferecer.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Equipamentos da Blackmagic Design - qualidade e preço justo.



Neste vídeo vamos falar um pouco dos novos produtos da Blackmagic Design. Empresa americana atuante no mercado de equipamentos para cimema digital e televisão, que está sempre lançando produtos focados nas necessidades do nosso dia-a-dia, descomplicados e com preço acessível.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Adobe Premiere CS5 - Mercury Playback Engine - Tecnologia NVidia Cuda


Adobe Premiere Pro CS5 Tips and Tricks from Marcelo Ruiz on Vimeo.

Olhar Tecnológico - Segundo programa apresentando dicas sobre o Adobe Premiere CS5 - Mercury Playback Engine - e a tecnologia NVidia Cuda que pode acelerar em até 20 vezes o render de video em tempo real. A vantagem desse novo recurso implementado pela Adobe se faz notar principalmente na edição de material nativo em AVCHD. Confira a matéria...

por: Marcelo Ruiz


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Programa Gravado no estúdio da Olharmultimídia:


apresentação
MARCELO RUIZ

direção, câmera RODRIGO NUNES
edição,pós-produção CLARISSA ALMEIDA

produção
OLHARMULTIMÍDIA