quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Mais uma para o Cleber... e para todos os leitores.


Sei que estou devendo um post sobre como configurar o Encore melhorar a qualidade de autoração de DVD. Mas os saltos na imagem, a que o Cleber se refere, podem ser originados também durante a captação e não apenas na finalização do DVD ou BluRay. Na captação podem acontecer por regulagem errada da câmera. Muitos ainda teimam que usar 24P parece mais "cinematográfico". Se você já assistiu ao Hobit, o novo filme da saga do Senhor dos Anéis, deve ter notado um salto de qualidade nas imagens. Foi o primeiro filme rodado em 48 frames por segundo. Mas calma. Isso não significa que vamos ter que rodar a 48FPS. Essa velocidade nem existe nas filmadoras. É usada nas câmeras de cinema que rodavam em 24P e foram adaptadas para 48. Foi apenas uma questão de facilidade técnica.

Para nós do vídeo e mesmo para quem usa câmera digital de cinema para fazer filmes,  o padrão será o 60P. Muitos modelos de filmadoras profissionais e mesmo amadoras lançadas esse ano de 2012 já filmam em 60P. É o fim dos pulinhos.

A luz na fotografia e no vídeo.



Fotograma do video experimental "Não me olhe assim desse jeito..." (2004) Marcelo Ruiz (fotografia)
 e Antonio de Paiva (Iluminação) Modelo: Kacau Rodrigues

O nosso colega Cleber, leitor assíduo do blog, me escreveu um comentário sobre o post “Filmando no escuro” bastante pertinente. O assunto é tão controverso e importante, que resolvi fazer meu comentário a ele na forma de um novo post. Assim posso compartilhar com todos. Aliás, cabe aqui uma dica a todos os leitores do blog: antes de enviar uma pergunta ou uma dúvida sobre um assunto ou post aqui do blog, procurem ler os comentários dos colegas, que ficam em uma sequência abaixo do post original. Como procuro ser o mais preciso e didático na resposta, muitas vezes acabo escrevendo outro post. Nas dúvidas dos colegas e nas minhas respostas existem muitas informações úteis e que muitas vezes não existem nos posts publicados. Com isso vocês facilitam meu trabalho, que com o sucesso cada vez maior do blog, aumentou muito. Já estou ficando com LER de tanto teclar no velho Macbook. É sério. São quase trinta anos usando teclado e os pulsos já dão sinais de bug. Mas vamos ao assunto do post. O Cleber comentou:

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Filmando no escuro...


Imagem retirada do blog http://bydawnlight.zenfolio.com

Para meus leitores que perguntam sempre se o modelo x ou y filma bem em situações de pouca luz, aqui vão algumas dicas. Um cara chamado pelo apelido de ByDawnLigth ( eu não consegui o nome real dele) postou no blog de fotografias Zenfolio uma série de imagens de testes que ele fez medindo o desempenho de 3 modelos de câmeras DLSR filmando em situações de escuridão total.

O mercado de pernas para o ar...



O ano chega ao fim e para tentar garantir algum trabalho para o próximo ano, já que aqui em Brasília os meses de janeiro e fevereiro são sempre muito fracos para produções em vídeo, entrei em duas licitações do governo. Sem muitas esperanças, pois esses certames são sempre muito disputados e acabam com preços muito abaixo do razoável.

Mas imbuído do espírito de Natal e na esperança que o bom senso prevalecesse dessa vez resolvi participar. Qual nada. Serviu apenas para me mostrar que a falta de critério, ética profissional e lógica continuam fora de nosso aviltado mercado. Mercado que continua de pernas para o ar. Nesses últimos anos capotamos feio e continuamos a dar piruetas.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Premiere Pro: Como exportar sem perder a qualidade.




Muitos leitores aqui do blog me escrevem reclamando da perda de qualidade na exportação de seus projetos finalizados. Seja para gerar um disco Bluray ou DVD, exportar para a web ou mesmo arquivar os trabalhos finalizados como um máster para uso futuro. Existe um artigo aqui no blog chamado “Exportação de AVCHD para DVD sem perder muita qualidade. Como fazer?” que eu recomendo enfaticamente que você leia também. Nele eu explico mais alguns macetes para exportar direto para DVD ou BluRay. Então nossos 4 casos principais são:

1 – Exportar para mídia ótica:

Proceder como indicado no artigo que mostrei acima.

2 – Exportar para web (Vimeo, Youtube, Facebook, etc):

A maioria dos sites de hospedagem de vídeo aceitam diversos formatos de vídeo como QuickTime (MOV), Windows Media Player (WMV) e Flash (FLV) e mesmo h.264 (MP4). Então procure, na medida do possível, exportar no formato de seu vídeo original, Se você captou em AVCHD MOV, exporte QuickTime H.264, Se sua câmera grava em HDV (MPG2) exporte em MPG2. Isso evita perda de tempo e de qualidade na transcodificação feita pelo Premiere na hora da exportação.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Aqui no OT não tem jabá: "Folha de São Paulo: Blogs ganham até R$ 80 mil por elogios"


“Ganhar brindes de marcas, ser convidado para participar de eventos e receber entre R$ 500 e R$ 15 mil por uma opinião favorável a um produto estão entre as regalias de ser um blogueiro famoso. Segundo levantamento feito pela Folha com 12 agências de publicidade que trabalham com marketing digital, um blogueiro cujo site tenha a partir de 40 mil acessos diários ganha entre R$ 15 mil e R$ 80 mil por mês fazendo publieditoriais. Também conhecidos como publiposts, post pagos e jabás, são textos financiados por marcas e veiculados em blogs. A maioria aparece com uma discreta identificação de que se trata de publicidade -apenas uma "tag" no pé do texto, com a palavra "publipost". Outros nem isso mostram. É comum que esses avisos apareçam só no fim do texto, em tamanho pequeno.”

Pois é meus caríssimos leitores e seguidores, aqui no Olhar Tecnológico não tem essa de “jabá” não! As matérias sobre equipamentos que publico aqui não são pagas e refletem apenas a minha opinião.  Se o produto é bom eu falo bem, não deixando de ressaltar também algum ponto negativo. Se eu testei pessoalmente, eu indico isso na matéria. Se eu formei opinião através de uma análise técnica por leitura das informações disponíveis na rede ou através de troca de informações com outros colegas, eu também indico isso, deixando claro que não usei e nem testei pessoalmente o equipamento ou produto.

A única propaganda de terceiros que existe aqui no blog está na barra lateral esquerda. São anúncios do sistema  Google AdSense e que sinceramente não valem o valor remunerado pelo tanto que poluem a página. Imaginem vocês que hoje, após mais de 120 mil clicks de página em pouco mais de um ano, eu tenho a espantosa quantia de R$ 80,00  para receber! E isso quando esse valor chegar a R$ 200,00 que é o mínimo necessário para o sistema gerar um cheque de pagamento.

Dá para entender porque empresas como o Google e o Facebook estão bilionárias. Por esse tal AdSense, o anunciante é remunerado, pelo menos no meu caso, em R$ 0,30 por cada clique nos anúncios pagos. No entanto se uma empresa quiser anunciar com eles, chega a ser cobrado em R$ 10,00 por click no anúncio. É uma mina de dinheiro.  E porque eu não tiro os anúncios da lateral? Além disso não são pagos os pageviews e somente os clicks no anúncio. Mas a imagem do produto anunciado fica lá sendo visualizada a cada pageview e acaba funcionando com reforçador da marca anunciada. Mesmo que o leito r nào clique no anúncio, a propaganda está como um outdoor na parada de ônibus.

Porque já percebi que o Google facilita a busca por palavras-chave quando temos anúncios publicados. E aí fica mais fácil para meus leitores acharem a informação que precisam aqui no blog. Sem os anúncios a informação diferente de propaganda paga fica por último e quem está buscando informação só é direcionado a página de vendas de produtos ou serviços semelhantes ao termo pesquisado. Reparem bem na próxima busca pelo Google. Os primeiros resultados são sempre os buscados pelo AdSenseconde.

Não estou condenando os demais blogueiros que publicam propaganda paga nos seus posts. Mas a forma como essa propaganda é feita. No artigo da Folha que citei no início da matéria e que pode ser conferido clicando aqui,  o articulista critica a falta de transparência e regulamentação do assunto por parte do CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), já que não fica claro para o leitor/consumidor que o post é na verdade uma matéria paga.

Normalmente os blogs indicam isso apenas nas TAG’s do texto com  a palavra “publipost” que pode aparecer também em letras miúdas em algum lugar no início ou final do artigo. Publico esse post para deixar as coisas bem claras por aqui. Se algum dia eu for convidado a publicar esse tipo de publicidade, ela será claramente sinalizada e demarcada como tal, para não se confundir com minhas opiniões pessoais, afinal ética e credibilidade não se vende ou se troca por favores.

Grande abraço!

Marcelo Ruiz