quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

A luz na fotografia e no vídeo.



Fotograma do video experimental "Não me olhe assim desse jeito..." (2004) Marcelo Ruiz (fotografia)
 e Antonio de Paiva (Iluminação) Modelo: Kacau Rodrigues

O nosso colega Cleber, leitor assíduo do blog, me escreveu um comentário sobre o post “Filmando no escuro” bastante pertinente. O assunto é tão controverso e importante, que resolvi fazer meu comentário a ele na forma de um novo post. Assim posso compartilhar com todos. Aliás, cabe aqui uma dica a todos os leitores do blog: antes de enviar uma pergunta ou uma dúvida sobre um assunto ou post aqui do blog, procurem ler os comentários dos colegas, que ficam em uma sequência abaixo do post original. Como procuro ser o mais preciso e didático na resposta, muitas vezes acabo escrevendo outro post. Nas dúvidas dos colegas e nas minhas respostas existem muitas informações úteis e que muitas vezes não existem nos posts publicados. Com isso vocês facilitam meu trabalho, que com o sucesso cada vez maior do blog, aumentou muito. Já estou ficando com LER de tanto teclar no velho Macbook. É sério. São quase trinta anos usando teclado e os pulsos já dão sinais de bug. Mas vamos ao assunto do post. O Cleber comentou:


Legal isso aí! Ainda mais na atual situação onde se faz uma "apologia" as DSLR, filmar sem luz ou só com um foquinho, máquinas de 01 LUX, etc. Aqui o Sr. fala "na real", sem modismos, tendências, ou porque todo mundo tá fazendo assim. É verdade "na lata". Para mim que sempre parecia estar "em outro mundo" pelos comentários dos outros em outros blogs, só porque uso uma HMC 40 com um E-LED 880 ( 440 W )... Dizem que é pouco lux, a luz estraga a decoração, isso de muita luz já é brega, incomoda as pessoas, fica parecendo tralha e por aí vai. Mas vem o Sr. e me anima com este post. Posso não estar 100% correto ( e eu sei disso ) mas todo errado eu também não estou (risos...).

Cleber, você está 100% correto. E estão corretos também aqueles que lhe falaram que muita luz estraga a decoração e que também está se tornando brega.
Sempre que eu ministro palestras sobre fotografia eu começo com a seguinte afirmação: “A coisa mais importante de uma produção fotográfica, seja a foto em si, o vídeo ou o cinema é a luz. Não existe fotografia sem luz”.

Não adianta ser o melhor fotografo do mundo, ter o melhor e mais caro equipamento, os melhores atores, o melhor assunto ou roteiro se você não tiver a luz. Muitos séculos antes de se inventar a fotografia, o cinema e o vídeo, os grandes mestres da pintura, aqueles cujas obras hoje estão em grandes museus e valem milhões de dólares, já sabiam disso e foram geniais por saberem enxergar e controlar a luz em seus quadros. Então a primeira dica é: estudem os grandes mestres da pintura. Com a internet isso fica muito fácil. Olhem e estudem os quadros de Rembrandt, o mestre dos brancos. 

Danaë (1636) - Rembrandt
Óleo sobre tela, 185 cm × 203 cm; Hermitage Museum, St. Petersburg


Estudem e apreciem as obras de Caravaggio, o mestre das sombras. Eles e outros grandes nomes da pintura, nos dão aulas magníficas de iluminação para cinema e vídeo. E olhem que nem a luz elétrica havia sido inventada.

Danaë (1636) - Rembrandt
Óleo sobre tela, 185 cm × 203 cm; Hermitage Museum, St. Petersburg

A melhor luz para a fotografia (e de agora em diante, nesse post, vou me referir ao termo para designar tanto a fotografia estática, como o vídeo e o cinema) é a luz natural. Sempre que possível devemos tirar partido dela. Mas a luz natural, sem controle, é muito dura. Por isso o homem inventou a janela, a persiana e as cortinas. Nas produções ao ar livre muita vezes vemos uma parafernália de iluminadores artificiais. Outro dia alguém comentou sobre isso aqui no blog, ao assistir a filmagem de um capítulo de novela da Globo em pleno meio-dia. Mas para que tanta luz debaixo daquele sol de rachar?

Como eu falei, a luz solar é muito dura e somente nossos olhos dão conta de separar os contrastes entre claro e escuro que ela impõe as coisas que ilumina diretamente. As câmeras fotográficas, o filme analógico para fotos e película, as câmeras de cinema ou de vídeo, por mais sofisticadas e caras que sejam, não conseguem “ver” como nossos olhos. Para termos uma idéia dessa limitação, nossos olhos conseguem perceber o contraste entre o maior brilho e a escuridão pelo menos dez vezes melhor que o melhor equipamento. E não apenas isso. A visão humana também corrige as cores com uma perfeição e rapidez incríveis.

É como se ela “batesse o branco” das cenas automaticamente, com muita rapidez e sem deixar que percebamos que a temperatura de cor da luz mudou repentinamente. As câmeras de vídeo, mesmo no modo automático não conseguem fazer isso com tanta perfeição, deixando o espectador notar as variações se o cinegrafista não proceder corretamente na hora da captação.

Making of do documentário "Histórias Posithivas" (Campinas - 2009) 
Marcelo Ruiz (Direção de fotografia) Rodrigo Nunes (câmera) 
Pedro Struchi (Fotogradia de set) 

Prevenir o estouro da luz, a saturação dos brancos é mais fácil, seja filmando sob luz natural ou artificial. Recursos como o butterfly, as tapadeiras, os filtros ND para lentes ou internos na câmera, o controle da íris ou da velocidade de diafragma e o controle da sensibilidade ISO são os mais utilizados. Com eles você evita que as áreas mais claras e brilhantes da imagem fiquem saturadas. Mas isso traz, em muitos casos, um problema imediato: o clipping do preto nos casos mais severos (criando os ruídos na imagem, como vimos no post sobre a sensibilidade das câmeras Canon) ou a perda de definição dos diversos níveis de cinza (sombras) ou das cores escuras, com perda maior no preto. No exemplo abaixo, temos uma foto tirada durante as filmagens do documentário "Histórias Posithivas" de 2005, realizado por nossa produtora, Olharmultimidia Filmes. Notem as cores e o contraste dos depoentes, antes de entrarem noset, que foi mostrado na imagem anterior.

Making of do documentário "Histórias Posithivas" (Campinas - 2009) 
Marcelo Ruiz (Direção de fotografia) Rodrigo Nunes (câmera) 
Pedro Struchi (Fotogradia de set) 

É aí que entram os recursos para corrigir a iluminação geral da cena, seja em externas ou internas. Essa é a explicação para vermos um Fresnel de 10KW iluminando um ator em pleno meio-dia. Toda aquela luz serve apenas para corrigir as sombras que geralmente se forma no rosto sob um sol a pino. E aqui vale lembrar que nenhuma iluminação artificial, por mais forte que seja, pode competir com a luz do sol.  Ela pode apenas ajudar a corrigir distorções e sombras. E muitas vezes não é necessário gastar alugando um equipamento caro. Um  simples rebatedor portátil, um papelão branco, uma folha de alumínio ou um isopor vai trazer resultados mais naturais. Até mesmo o uso do flash na câmera fotográfica pode resolver. Na imagem abaixo, um fotograma retirado do vídeo finalizado,  as mesmas pessoas já aparecem em cena com as cores e o contrastesdentro dos parões que foram pretendidos para o documentário.

Making of do documentário "Histórias Posithivas" (Campinas - 2009) 
Marcelo Ruiz (Direção de fotografia) Rodrigo Nunes (câmera) 
Pedro Struchi (Fotogradia de set) 

Lembrando sempre que o objetivo é fazer a câmera entender a luz como seu olho entenderia. Ou seja: obter o resultado mais natural possível. Agora em ambientes internos, onde a luz não chega de forma adequada, ou em filmagens a noite em internas ou externas, a luz artificial não deve ser usada para clarear a cena como se a mesma tivesse sido filmada de dia. Aí reside o grande erro. É aí que os que defendem que muita luz atrapalha a cena, os atores ou o público presente em um evento estão certos.
A menos que você queira ou precise simular uma filmagem como se tivesse sido feita a luz do dia, o objetivo da iluminação deve ser o de ajudar a câmera novamente a enxergar como o olho humano naquela situação. Na maioria desses casos não apenas as sombras, mas as altas luzes devem ser alvo da iluminação correta. Se os pontos mais claros da cena não estão suficientemente definidos, os pontos mais escuros ficarão muito mais pobres e o ruído certamente aparecerá nessas áreas.

Aqui chegamos a um ponto interessante: as tais câmeras  que todos apreciam por filmar bem no escuro, não ajudam muito. Na hora que você está filmando, o LCD do equipamento vai provavelmente mostrar uma imagem razoável ou perfeita. A decepção vem na hora da edição. Aí você percebe que o preto não estava tão preto, que as nuances de sombra desapareceram, que o terno do noivo que era cinza escuro com detalhes em preto ou azul escuro, ficou completamente negro. Que o vestido da noiva de branco, ficou prateado e todos os detalhes de pregas, babados, rendas e outros frufrus desapareceram.

O que aconteceu? É simples: a câmera, que muitos ainda teimam, por falta de habilidade técnica ou comodidade, em deixar no modo automático, baixou muito a velocidade de diafragma, abriu completamente a íris e subiu o ISO (no caso medido em dB nas câmeras de vídeo) para valores altíssimos, introduzindo ruídos não apenas nas áreas escuras, mas em toda a imagem. É assim que o fabricante da câmera a projeta para fazer a propaganda de que ela filma bem no escuro. Quase que só falta ela passar automaticamente para o modo visão noturna deixando todo mundo verde com cara de ET.

Nas especificações técnicas das câmeras geralmente vem em letras grandes destacadas que elas filma com, por exemplo, 3 LUX. Parece uma maravilha. Mas sempre tem uma asterisco ao lado e lá no final do manual a observação: Teste realizado com abertura de diafragma f=tal ( a maior que a câmera tiver), velocidade de shutter de 1/30 ( e tome de flicker na imagem) e ISO 16000 no caso das DSLR ou +24dB, por exemplo, no caso de câmeras de vídeo (e você leva de graça todo o ruído que o sensor puder produzir). É preciso ter cuidado com as entrelinhas.

Para produzir uma imagem com o  mínimo de qualidade, nas situações de filmagens em ambientes pouco iluminados, devemos ter alguns parâmetros que nos forneçam segurança de que nosso produto final terá a qualidade mínima que nos e o cliente esperamos. Então uma forma prática de fazer isso é fazer uma visita prévia ao local onde ocorrerá a filmagem, no horário aproximado da mesma, pedir ao responsável pelo local que ligue as luzes como ficaram no dia da filmagem, colocar seu equipamento em um tripé, passar para o modo manual, setar o shutter speed (velocidade de diafragma) para 1/60 (o mínimo para se ter uma imagem com movimentos fluídos), setar o ganho para ISO 200 nas DSLR ou 0dB nas filmadoras e deixar a abertura de diafragma (f number) em um ou dois pontos acima da abertura máxima. Se seu equipamento vai até f/2,0, por exemplo, suba dois stops deixando em f/2,2 ou 2,8.

Porque deixar a abertura um pouco acima do mínimo? Primeiro porque você tem alguma margem de segurança para obter mais luz em casos não previstos. Segundo porque quanto maior a abertura, menor vai ser a profundidade de campo e você pode correr o risco de perder foco em algumas situações onde isso não é desejável. Por exemplo, você pode conseguir focar a noiva, mas deixar o noivo fora de foco em uma hora que isso não seria adequado. E em filmagens com a câmera no ombro em situações de movimento ( os noivos saindo do altar ao fina da cerimônia) com o foco no manual, o objeto pode sair e entrar em foco facilmente e no modo automático pode ocorrer aquele vacilo de foco do sistema automático da filmadora.

Depois de feitas as regulagens que foram citadas no parágrafo anterior, regule o LCD da sua câmera para o brilho normal. Nada de dar ganho no brilho para “poder enxergar melhor o LCD”, pois você acaba pensando que a cena está bem iluminada e depois na hora da edição tem uma péssima surpresa. O melhor modo de regular o LCD é colocar um colorbar e verificar se os tons de preto e cinza podem ser visualizados corretamente. Se o LCD tiver o recurso de alternar para o modo preto e branco é melhor ainda. Aqui vai outra dica: geralmente o viewfinder pode ser regulado para preto e branco independentemente do LCD e pode também ficar ligado junto com o LCD. Use sempre isso. No LCD você verifica as cores ( não muito confiáveis) e o enquadramento geral e no viewfinder em preto e branco você verifica a luz, o contraste e a saturação dos brancos e pretos. Se sua imagem está bonita e bem gradada no visor P&B, certamente as cores ficarão ótimas.

Agora que seu equipamento está regulado, o ambiente iluminado como no dia da cerimónia, estude os planos que você vai usar no dia da filmagem. Comece do plano geral, sente-se confortavelmente atrás da câmera e observe tanto o LCD como o viewfinder. Veja onde você está tendo problemas com brilho demasiado, clipagem do preto, ausência de definição de sombras, objetos ou detalhes da estrutura arquitetônica que estão atrapalhando sua visão ou causando sombras onde ocorrerá a ação principal desse plano, a estética do enquadramento, a eventual circulação de pessoas na frente das lentes, o conforto do cinegrafista na hora da filmagem (se ele não vai ser atrapalhado ou vai incomodar os convidados) e outros detalhes. Feito isso filme alguns segundos de imagem e parta para o próximo plano ou locais onde outras câmeras vão estar. Grave tudo.

Se puder já levar alguns iluminadores, faça isso. Em cada plano, tente com o mínimo de luz possível, para não perder a beleza da iluminação natural do ambiente e nem ofuscar a visão das pessoas que estarão presentes, resolver os problemas de sombras, áreas sem luz ou com excesso de luz. Aqui vão duas dicas simples: experimente o velho truque de iluminar o teto, se este for claro o suficiente para rebater a luz. Veja se você pode usar rebatedores em pontos estratégicos para direcionar a luz para onde deseja (cuidado para não interferir na decoração, afinal muitas vezes o evento não é um set de filmagem) e experimente usar difusores na frente dos iluminadores. Pode ser gelatinas profissionais, papel vegetal (barato e fácil de encontrar em qualquer papelaria) um pano de algodão branco (mas cuidado com o calor e incêndios,  o papel vegetal e a gelatina resistem muito mais ao calor e podem ser colocados mais próximos ou mesmo sobre o iluminador, o pano requer maior cuidado).

Grave também as cenas com a iluminação que você fez e anote ou fotografe o local onde posicionou cada iluminador. Faça isso para todos os planos. Se o ambiente for muito grande e você possuir poucos iluminadores, leve um ajudante, que no dia da filmagem será responsável por mudar as posições ou acompanhar os câmeras que não estarão fixos. Explique e mostre a ele exatamente o que você deseja que ele faça. E o mínimo que você espera de um assistente é que ele não fique correndo atrás do câmera chapando a luz na cara das pessoas e criando mais sombras indesejáveis e reflexos do que se não houvesse nenhuma iluminação.  O bom assistente de iluminação, se desloca antes do câmera para o próximo ponto de captação com a luz apagada (para evitar as sombras fantasmagóricas passeando nas imagens dos outros câmeras) e liga a luz somente quando a mesma está apontada para o local exato que você planejou assim que o câmera toma posição e dá o sinal.

Mas a situação ideal é aquela que a iluminação foi toda preparada e ajustada horas antes da filmagem. Os pontos de energia foram encontrados e posicionados, a carga nas tomadas foi verificada para evitar aquela desastrosa queda de disjuntor na hora errada e pessoas tropeçando nos prolongas. Prenda todos os cabos, dando atenção especial onde houver passagem de pessoas, com fita crepe. Se você pode iluminar com antecedência, ainda pode brincar um pouco mais, usando gelatinas de correção de cor ou de colorização para criar o clima de sua produção. Assim, no dia da filmagem, é só ligar tudo e mesmo antes de começar a filmar, você já vai impressionar o cliente e os demais presentes e seu trabalho vai transcorrer com qualidade e segurança.

E você também não precisa investir uma fortuna para comprar toda a luz de que precisa para determinado evento. Você deve ter o básico. O restante é muito mais fácil e barato conseguir locando o que você precisa de uma empresa em sua cidade. E não precisa ser empresa especializada em cinema ou vídeo. Geralmente o pessoal que trabalha com sonorização, palco, produção de shows tem muita quantidade e variedade de iluminadores. As lâmpadas que eles utilizam tem a mesma temperatura de cor dos equipamentos para vídeo (3000 a 3200K). Lembre-se que se for usar iluminadores com lâmpadas fluorescentes, essas, se não forem especiais para cinema e vídeo (3200K ou 5600K) podem ter temperaturas diferentes e necessitam de gelatinas de correção de cor. Jamais misture em um set equipamentos de iluminação de temperaturas de cor diferentes, pois certamente a câmera terá dificuldades em estabelecer o White balance (balanço de branco).

E aqui vai mais uma dica: Antes do evento, bata o branco de apenas uma câmera com toda a iluminação ligada, colocando um papel ou isopor branco no local principal de sua filmagem ( não adianta bater branco em vários locais pois provavelmente eles serão ligeiramente diferentes). E depois regule manualmente as demais câmeras com o valor obtido com a câmera principal. Fuja da idéia de bater o branco de todas as câmeras, pois dificilmente elas ficarão com o mesmo valor. Depois na hora da edição é aquela trabalheira para corrigir a cor de todas as cenas. É preciso tomar cuidado para verificar se as câmeras que você vai usar perdem a configuração ao serem desligadas. Caso positivo, instrua todos os câmeras que não desliguem os equipamentos. Caso tenham que trocar a bateria, eles devem verificar se as configurações são as mesmas que você recomendou.

Aqui vai outra dica. Eu geralmente recomendo a meus câmeras que além de não desligarem seus equipamentos ( e procuro usar sempre baterias que possam aguentar a filmagem do início ao fim), não usem pausa ou stop durante a gravação. Hoje com as câmeras de cartão ou HD interno ou externo, podemos filmar até 12 horas ou mais, seguidas. Muitas câmeras tem o recurso de usar o timecode no modo free run, ou seja, o timecode roda independentemente de se dar pause ou stop no equipamento e muitos modelos tem uma conexão que permite sincronizar, via cabo, todas as demais câmeras a partir de uma só.

Isso facilita muito na hora da edição para alinhar os diversos ângulos de filmagem na timeline do programa de edição. Depois é só ir escolhendo as imagens que você deseja sem ter que sincronizar cada cena. E mesmo que você não queira capturar tudo para dentro de sua ilha de edição, escolher as imagens de cada cena (decupagem prévia) fica muito mais simples.

Bem pessoal, acho que era isso para esse artigo. Espero que as dicas sejam úteis.

Grande abraço a todos!

Marcelo Ruiz

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Marcelo Ruiz