07/04/2013

Testamos a nova Sony NEX-EA50UH e gostamos!


Na foto, a nova Sony EA50 e a veterana JVC HD100U: gêmeas separadas na maternidade? 

A nova Sony NEX-EA50UH traz algumas novidades para o seguimento de câmeras profissionais de baixo custo (na faixa dos US$ 4 mil), como lentes intercambiáveis, sensor APS-C e formato híbrido handycam/ombro. Embora o design fuja do padrão tanquinho que a Sony vem mantendo nessa linha, não se trata de novidade. A EA50UH é praticamente (em ternos de formato e ergonomia) um clone da veterana JVC GY-HD100U lançada em 2005. E não há demérito nenhum nisso, pois boas idéias devem ser aproveitadas. E se há 8 anos atrás a HD100U inovava e seduzia com seu formato esguio e alongado, a nova integrante da linha NEX da Sony também chama atenção com seu corpo magro e longilíneo. 




Optamos por comparar o  novo modelo da Sony com outro bem mais antigo da JVC por uma questão de formato apenas. Não estamos desmerecendo a Sony EA50UH pela semelhança ou mesmo por copiar o formato da HD100U da JVC e nem esse artigo vai focar sobre esse tipo de assunto. Trata-se  aqui de um teste despretensioso, como sempre ressaltamos em nossas observações sobre equipamentos, com as primeiras impressões do contato ao vivo e a cores com um exemplar do modelo. E temos que agradecer ao Joelson, da Beta Audio e Vídeo, por ter cedido, por dois dias, o exemplar para avaliação. Quem quiser mais informações ou desejar adquirir a EA50UH, pode contatar o nosso parceiro clicando aqui ou no anúncio dela no cabeçalho do blog. Ele está comercializando a EA50UH com 01 ano de garantia, 3 baterias de longa duração originais, mais 2 cartões SDHC (16GB) por R$ 11.900,00. 

Primeiras impressões: 

O modelo testado por nós era novo e veio lacrado na caixa, que além da câmera, contém os seguintes itens:
  • Lente Sony SELP-18200 Power-zoom f 3.5-6.3 18-200mm (27-300mm em formato 35mm) com montagem Sony E Mount;
  • Para-sol plástico da lente;
  • Microfone direcional Sony ECM-XM1;
  • Proteção anti-vento do microfone em espuma;
  • Cartão de memória Sony Memory Stick de 16GB com função Duar-Rec (8GB + 8GB);
  • Bateria NPF-770;
  • Adaptador viewfinder com ocular para o monitor LCD;
  • Carregador/adaptador AC 110-220V;
  • Controle remoto sem fio;
  • Cabo USB;
  • Cabo de vídeo componente;
  • Cabo de audio e vídeo composto;
  • Manuail de instruções impresso;
  • CD com utilitários Sony e Manual do Usuário.

Na parte externa da caixa um adesivo informa que está incluso gratuitamente um cartão Sony Memory Stick de 16 GB em uma promoção por tempo limitado. Portanto nem todas as unidades poderão vir com esse item incluso, o que é uma pena, pois o modelo testado, depois da caixa aberta e da configuração estava pronto para uso imediato, sem necessidade do comprador gastar mais dinheiro para compra de itens fundamentais. Atualmente se tornou norma vender câmeras digitais sem, pelo menos, uma mídia de baixa capacidade inclusa como brinde. Para mim é a mesma coisa que dar um brinquedo eletrônico  a uma criança, no Natal ou aniversario, sem as pilhas. Ela abre animada a embalagem, para em seguida ficar frustrada por não poder utilizar o brinquedo novo.

Durante a montagem e configuração da  EA50 para os primeiros testes, já notamos, os primeiros e felizmente poucos, pontos negativos do modelo. A ausência do segundo slot para cartões de memória e a falta do conector de saída HD/SD SDI. Tem algumas coisas , que se passam nas cabeças dos engenheiros da Sony - e de quase todas as outras concorrentes - que jamais entenderemos. Depois de lançarem vários modelos do  mesmo porte e faixa de preço com 2 slots para cartões, característica quase obrigatória para câmeras de vídeo e máquinas fotográficas, a Sony presta um desserviço  aos clientes ao retirar um slot do novo modelo. A excelente Sony HXR NX5U, modelo do qual a EA50 nos parece ser a herdeira, vinha com duas entradas para cartões, hibridas (Memory Stick e SD Card) bem posicionadas na parte traseira da câmera, com uma porta de acesso robusta e fácil troca das mídias. 




Na EA50 o slot único passou para a lateral, em um local meio escondido e protegido por uma porta plástica transparente de aspecto frágil. 

Pelo menos temos a opção de instalar na lateral direita, o mesmo gravador externo de estado sólido, HXR-FMU128 de 128 GB e capacidade para até 12 horas de gravação contínua, que já estava disponível para as NX5. Embora isso signifique uma facada de mais R$ 2.000,00 no bolso, evita o mico de perder uma cena por falta de espaço no cartão.

A outra falta imperdoável foi a ausência de uma saída de vídeo/audio HD-SDI. Como um modelo que se propõe a ser um salto tecnológico, com um ótimo sensor de imagem e com excelentes e infinitas opções de uso de lentes intercambiáveis tem extirpada uma saída fundamental, moderna e prática como s SDI? Protecionismo da Sony com outros modelos mais caros? Ou mesmo a sobrevida da NX5U? Na verdade, como veremos a seguir, há espaço de sobra para as duas.  Mas oferecer no exíguo espaço, onde poderiam estar alocadas todas as saídas da EA50, uma conexão componente por conectores RCA separados, quando a própria Sony, há muitos anos, tem um mini conector proprietário - que embora frágil e pouco usado ocupa pouco espaço - o qual poderia ser usado, em detrimento de posicionar melhor as conexões HDMI e USB, que foram parar em um local inadequado, junto dos conectores de audio XLR, é uma afronta ao bom senso.



As conexões HDMI e USB foram parar na lateral direita da câmera muito próximas dos conectores de áudio XLR, o que poderá acarretar a desconexão acidental do cabo HDMI em momento errado. Além disso os conectores dos microfones ficaram em uma posição onde os plugs e cabos dificultam colocar a mão na alça superior que, para destros é normalmente feito pelo lado direito. Se ainda houver um cabo HDMI conectado o risco  de desligamento ;e maior.



Felizmente, ao final desse primeiro contato, foram esses os únicos pontos negativos encontrados. Os pontos positivos, que são muitos, vão para o tamanho suficiente para que a alça retrátil de ombro cumpra seu papel,  o bom equilíbrio de peso na alça de mão do  punho direito, a ótima solução do LCD, com visor ocular escamoteavel,  que oferece uma definição de detalhes e cores maior que os modelos anteriores e em situações de filmagem com a câmera no ombro e sob sol forte, permitindo a perfeita visualização, pela ocular generosa, que amplia mais ainda as informações da tela. 







O visor LCD XtraFine de 3,5"com resolução de 1920 x480 dots tem uma ótima fidelidade de cores, contraste perfeito e mesmo quando visto através da ocular, não revela os pixels  da imagem. A fixação do mesmo no corpo da câmera é a melhor até agora vista nos modelos de mesmo porte. A frágil dobradiça foi substituída por um suporte bem mais encorpado e firme. Até mesmo para aguentar o peso extra da ocular e seu manuseio.




Foto do LCD da SONY EA50UH tirada com um iPhone: a resolução é excelente e a fidelidade de cores idem.

E não é apenas a fidelidade de reprodução de cores do monitor que impressiona. A Sony EA50UH, mesmo com a lente padrão fornecida, capta cores e contrastes com uma qualidade melhor que as antecessoras Sony NX5, Z7 e Z5. Embora, como veremos adiante, não se trate de uma lente clara. 








A Sony criou mais um modelo de lente 18-200 com montagem E. Trata-se da SELP-18200 Power-Zoom f 3.5-6.3 18-200mm (27-300mm em formato 35mm). Uma variação da SEL-18200/LE com a adição de sistema motorizado de zoom silencioso. Uma importante função para uma lente a ser incorporada em uma câmera com vocação para ENG (Electronic News Gathering). Mesmo com as virtudes do silêncio de operação, o zoom servo-assistido, foco e Íris automáticos e estabilização de imagem, ela peca por ser muito escura. E ainda pior: a abertura não é fixa, como em  outras lentes para televisão e cinema, variando conforme a distância focal aumenta ou diminui. Veja o vídeo abaixo:



Em sua menor distância focal, 18mm, que corresponde a uma lente 28mm em uma câmera com sensor fullframe, a abertura máxima de diafragma só vai até F3.5, o que é suficiente para uma captação com iluminação natural ou artificial correspondente a de um estúdio de televisão (entre 500 a 1000 LUX). Nosso pocket-estúdio tem uma iluminação média de 800 LUX e o vídeo acima foi captado sob essas condições. 



Podemos notar que em modo wide a lente se comporta bem, embora esteja no limite de abertura máximo. Nas imagens abaixo podemos comparar as cenas captadas com a Sony e com a JVC GY-HD100U. A grande diferença é que a lente Fujinon HD Th16x5.5BRMU que equipa a HD100 manteve a mesma abertura de F4, mesmo quando aumentamos o zoom (distância focal), para fazer o close panorâmico. Nessa situação, a lente Sony SELP18200 diminuiu a abertura de diafragma para não aceitáveis F5.5 em uma DF correspondente a 300mm (full-frame). Aí faltou fôlego (e luz) para a Sony EA50UH. 



E é importante frisar que a lente Fujinon HD estava quase toda fechada - já que sua faixa de abertura vai de luminosos F1.4 até 5.5. Ou seja: a JVC HD100U ainda tinha bastante margem para  uma situação de muito menos luz. Outra observação digna de nota, na foto acima, é a presença do abominável moiré, o ponto fraco da maioria dos novos sensores CMOS. O bom e velho sensor CCD triplo com prisma da JVC não apresenta o fenômeno ao filmar o monitor de vídeo LCD atrás do copo com ferramentas. 

Nesse caso, o sensor APS-C da Sony EA50 com seus incríveis 25mm de largura e capacidade para imagens estáticas de até 16MP paga o preço ao precisar ter sua capacidade cropada para que o processador da câmera retire dele os frames HD de 1920 x 1080. E o efeito moiré é comum a todas as câmeras DSLR ou de vídeo com grandes sensores. Um vídeo filmado com uma câmera 4K em formato 4K apresentará menos moiré que um vídeo HD captado com essa mesma câmera, exatamente pela necessidade de corte de muitos pixels da imagem total captada.

Mas sem dúvida que, mesmo ao custo da necessidade de se estudar e planejar bem as tomadas, evitando close em monitores de vídeo e objetos com linhas paralelas finas e próximas como altos edifícios com fachadas de contínuas de alumínio e vidro, o sensor ful-frame da NEX EA50UH proporciona detalhes ricos e cores sólidas e bem delimitadas. Bem como uma profundidade de campo maior que os sensores convencionais de 1/3" ou 1/2". Vejam na imagem abaixo a comparação entre o sensor da EA50 e da HD100U:



Para quem vive preocupado com os LUX mínimos...

Muitos leitores me perguntam sempre se uma câmera é boa ou não com pouca iluminação. E invariavelmente recebem sempre a mesma resposta: Eu não me pauto por esse critério altamente subjetivo e falho para escolher ou julgar uma câmera. Muitos que não entendem minhas razões poderão entender agora. Vamos aproveitar esse artigo para explicar a questão:

Está lá na página de especificações  da NEX EA50UH no site da Sony :


Minimum Illumination1.7 lx (lux)* with Shutter Speed 1/24 auto gain control, auto iris (when selecting [60i])

1.57lx (lux)* with Shutter Speed 1/25, auto gain control, auto iris (whenselecting [50i])


Iluminação mínima de 1.7 lx ! Será mesmo? Como? No vídeo acima aqui no post, vimos que em um ambiente controlado, com cerca de 800 lx as imagens ficaram no limite aceitável com a íris em sua abertura máxima no modo wide (F3.5). Em zoom a luz caiu bastante e não obtivemos uma imagem viável. Mas também não notamos ruídos nas partes mais escuras. E a grande maioria dos meus leitores tem problemas com ruídos. 

Vamos analisar como a Sony consegue a proeza de filmar a 1,7 lux (correspondente a luz da lua cheia iluminando um objeto totalmente no escuro). Está lá: Shutter speed de 1/24s. Isso significa que cada frame será exposto por uma fração de tempo maior que o próprio campo de vídeo, lembrando que ela coloca no final da especificação que a filmagem foi em 60i, ou seja, 60 campos entrelaçados por segundo. Resultado disso? Aquele batimento horrível na imagem. Com as pessoas e objetos pulando.

Alem disso o controle da ganho estava no modo automático. E isso significa que, dentro da faixa de 0dB a 30dB, ou ISO 100 a ISO 5000, o controle automático deve ter escolhido o máximo disponível. E sempre que se sobe o ganho acima de 0dB o ruído vai aparecer. E finalmente a íris, também no modo automático  deve ter selecionado a maior abertura possível da lente, que é F3,5 em modo wide. 

No nosso vídeo de exemplo as especificações foram: HD 1080P 24, shutter 1/48s (correspondente ao padrão normal de 180 graus), ganho em modo manual a 0dB, íris F5.5 pois essa era a abertura máxima que a lente nos permitiu em modo tele. Com isso, a iluminação não foi suficiente, MAS: não existem pulos ou efeito estroboscópico na imagem em movimento e não há ruídos nas áreas de baixas luzes. Para a cena ficar perfeita, teríamos que aumentar a iluminação em mais uns 1200 LUX, chegando a 2000 LUX, que é a média correspondente a um ambiente externo iluminado pelo sol à sombra. 

Então comprar uma câmera confiando na especificação mínima do fabricante, pode ser uma roubada, já que as condições do teste não servem para a vida real. Felizmente no caso da Sony NEX-EA50UH, a possibilidade de troca de lentes resolve essas situações. Com adaptadores corretos, virtualmente qualquer lente de fotografia ou vídeo pode ser usada. Mesmo uma lente da série E da Sony, como a excelente Sony/Zeiss SEL24F18Z (F1.8-24mm) seria perfeita para a cena em questão. E a abertura de 1.8 nos permitiria trabalhar até com menos luz do que a disponível para a filmagem.


Sony/Zeiss SEL24F18Z (F1.8-24mm): uma grande angular bem luminosa.


Conclusões:

A Sony NEX-EA50UH é uma opção vantajosa em termos de custo/benefício. Como sai da caixa, é uma câmera com vocação para trabalhar na rua, em reportagens estilo ENG, bem como em ambientes internos, desde que acompanhada de uma luz básica. No modelo que testamos, a inclusão de uma mídia Memory Stick Pro Dual Recording de 16GB, suficiente para gravar até 88 minutos de vídeo HD 1080 P 30 na melhor qualidade possível,    permite comprar o produto, abrir a embalagem e já sair gravando. 

Se for esse seu caso, pegue sua EA50, um microfone picolé, um iluminador de 1000w e você está pronto para qualquer reportagem externa ou interna. A lente com distância focal variável (zoom) motorizada, com foco e íris automáticos e estabilizador de imagem dá conta do recado e não vai fazer feio. A qualidade das imagens em modo FX é surpreendente.  A ergonomia, para trabalhar várias horas com ela no ombro é ótima, pois o peso não chega a 3 kg com bateria de longa duração e demais acessórios.

Se o objetivo é gravar eventos sociais, esteja preparado para usar mais de uma lente ou tenha certeza de ter luz suficiente. Com a lente fornecida, em certos locais com iluminação insuficiente, como igrejas e casas de festas com luz ambiente normal, você  pode passar apertos. Principalmente se precisar usar o zoom. Se for usar várias EA50, opte por planejar que tipos de tomadas os seus câmeras vão realizar e equipe cada uma com lentes de diferentes distâncias focais e com maior luminosidade. Compre logo uma unidade externa de gravação HXR FMU128 ou um cartão SD-XG de 128 GB para evitar perder a hora do sim por falta de espaço no único cartão disponível. Lembre-se ainda que optando por lentes da série E ou A da Sony ou outras lentes fotográficas, com o uso de adaptadores, você não terá disponível o foco automático (em alguns casos) e o zoom motorizado em todos os casos. 

Se sua praia é a gravação de shows e outros eventos ao vivo em ambientes fechados e usando mesa de corte em tempo real, a opção de ligar a EA50UH na mesa com cabo HDMI não é a melhor escolha. Mesmo com reforçadores de sinal, a distância máxima chegará ao 40-50 metros. Nesse caso, além de lentes mais luminosas e com maior distância focal, invista também em conversores de sinal HDMI-SDI que podem ficar presos  ã câmera e permitirão corridas de cabos coaxiais bem maiores (100-120 metros) e reze para a Sony lançar uma versão com saída SDI em 2014,

Vale a pena comprar essa câmera? Certamente se seu caso é reportagem e eventos onde a iluminação não seja um problema e a agilidade e praticidade seja o foco principal. Para os demais casos, somente se você já tiver investido em um bom jogo de lentes ou esteja planejando investir. Mas o preço oficial de mais de R$ 14 mil nos revendedores autorizados da marca, tiram o apelo principal do modelo, que é o baixo custo. Para o mercado americano e europeu, US$ 4.200,00 (preço oficial sugerido pela Sony)  é razoável. Por aqui, por conta da cotação do dólar, dos impostos e frete o preço foge da realidade e para certos tipos de trabalho, uma Canon 5DMKII usada pode ser uma saída mais econômica. 

Mais uma vez gostaria de agradecer ao Joelson da Beta Áudio e Video por nos ceder a câmera para testes e informar aos meus leitores que se houver interesse pelo modelo, podem entrar em contato com ele clicando aqui. O preço está bem atrativo.

Grande abraço a todos!

Marcelo Ruiz

11 comentários:

  1. Marcelo, sem saída hd sdi, qual a alternativa para transmitir os vídeos ful HD???

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    1. Hícaro,

      Usar a saida HDMI ou a saída componente HD.

      Abraços,

      Marcelo Ruiz

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  2. A lente que vc indica na materia é muito cara, vc indica outras lentes que poder suprir a falta de luz com a EA-50?? Obrigado.

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    1. Thiago,

      Fora as lentes Sony ou Zeiss eletronicas e voltadas para a linha NEX, qualquer lente prime (de distância focal fixa) manuais mecanicas ou eletrônicas de diversas marcas podem ser usadas com adaptadores corretos. Vc pode usar por exemplo lentes Canon ou Nikon mecanicas pu mesmo Sigma ou Tamron. Existem adaptadores para quase todas as marcas de lentes e o bocal E da Sony.

      Grande abraço!

      Marcelo Ruiz

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  3. Estou com um grande problema e preciso de ajuda urgente!!!! Gravei áudio no formato LPCM com minha NEX EA50H. Quando reproduzo na câmera o áudio gravado, escuto perfeitamente. Porém, quando importo o arquivo MTS para a ilha de edição, o mesmo, vem sem áudio. Fiz o teste gravando em Dolby Digital e consigo importar o áudio sem problemas. Alguém sabe como resolver esse problema???

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    1. Karen,

      Já tentou importar os arquivos usando o programinha de importação que vem no CD de instalação da câmera? Com ele vc resolve esse problema.

      Abraços,

      Marcelo Ruiz

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  4. Olá Marcelo!Meu nome é Marcos, trabalho com a Nikon, e tenho 4 ( 3 d 7000 e 1 D600)em questão de ruido, posso chegar a minha D600 a um iso de 1600, que pra mim fica aceitável, Já na D7000 não posso passar do 1250, preferindo ficar no máximo mesmo em 800. Isso com lentes de 2.8 e o shutller em média 125 em 24p pois bem, em relação ao ruido, usando uma lente 2.8, vc acha que a sony pode levar vantagem? E outra, ela teria foco automático aceitável? Obrigado pela sua matéria, foi muito esclarecedora.

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    1. Marcos,

      As lentes de fotografia, mesmo Sony, não tem um autofocus bom na EA50. E Sony já fez isso com a Z7 no passado. Lança uma câmera com lentes intercambiáveis e não lança um jogo de lentes especial para ela. Quanto ao ruído, esqueça, vai ser sempre mais alto do que as suas Nikon.

      Agora achei estranho vc usar 125 de velocidade em 24P. O correto é ficar em 1/48 ou 1/60 se a câmera não tiver 1/48. Isso corresponde a um shutter de 180º em relação as câmeras de cinema que rodam a 24 quadros. Shutter de 125 vai corresponder a um obturador a 60º mais ou menos... acho uma imagem muito dura...

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  5. Boa tarde Marcos voce tem uma configuração melho para a nex50

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    1. Rogério,

      Não entendi direito sua pergunta. Vc se refere a lentes? Se for esse o caso, existem sim novas lentes da série E da Sony que servem na NEX, mas o valor de cada uma é muitas vezes mais caro que a própria câmera. Daí se torna uma opção perigosa, pois apesar de lentes durarem uma vida inteira, o padrão da Sony só serve para equipamentos da marca.

      Então seria melhor optar por lentes genéricas de fotografia, de 35 mm com montagem Canon e usar adptadores. Daí o dia que vc quiser trocar de marca de câmera, não perde suas lentes.

      Grande abraço!

      Marcelo Ruiz

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  6. Boa tarde pessoal, eu comprei um adaptador SpeedBooster da Metabones - Ele é de lentes Canon para bocal E-mount, que transformou a minha lente Canon 24-105 de F4 fixo para uma 25-105 com F2.8 e aproximando o "crop" do que seria um Full-Frame. Não sei como explicar a tecnologia ótica desses adaptadores, mas além de manter algumas características elétricas me entrega uma excelente imagem. Uma 24-105 é uma lente relativamente barata e de boas distâncias, ainda mais quando o speedbooster a torna mais clara. O adaptador custou 600 dólares na B&h, mas considero um bom investimento.

    Abraços

    Thiago Cardoso

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Marcelo Ruiz