17/03/2023
28/01/2023
Adaptadores de microfone e fone de ouvido em celulares e computadores: porquê alguns não funcionam???
Quem não passou por isso? Comprar um microfone, um adaptador de
áudio, uma mesa de som e um adaptador para celular e simplesmente o aparelho,
na hora de captar o áudio, não reconhece o periférico que foi conectado como um
microfone externo? O celular (ou tablet ou notebook) continua a captar o áudio
com o microfone interno. Frustrante não?
Mas
tem solução! Nesse artigo vou explicar o porquê e dar uma dica valiosa de como
construir você mesmo um cabo adaptador universal que vai
funcionar em praticamente todo aparelho que tenha um conector combo para
headphone e microfone.
Não
se trata de apenas um problema (ou incompatibilidade). Por isso vamos as causas
principais:
1 - O
tipo de adaptador
Adaptadores
para celulares (os mais comuns) e que na verdade são os mesmos que podem ser
usados em entradas combinadas de tablets, notebooks e gravadores de áudio portáteis
tem duas especificações básicas: o tipo de conector TRRS. Se você não está
familiarizado com o termo veja a imagem abaixo:
TRRS é a abreviação em inglês para Tip,Ring, Ring e Sleeve. Ou seja Ponta,
Anel, Anel e Capa. Atualmente a maioria dos dispositivos de áudio (como os
celulares) usam esse tipo de conector. Só que existem dois tipos de ligação. E
isso faz toda a diferença! A maioria dos equpamentos e celulares usam o padrão
CTIA (Cellular Telecommunications and Internet
Association) criado em 1984. O outro padrão se chama OMTP (Open Mobile Terminal
Platform) um padrão aberto (sem cobrança de direitos autorais) criado pela
Nokia e atualmente pouco usado.
2 - O tipo de microfone ou sinal de áudio que está sendo conectado na porta de entrada do celular ou qualquer outro aparelho.
Microfones dinamicos de qualidade normalmente usam conectores XLR com sinal presente nos pinos 2 e 3. Já microfones mais simples usam conectores mono P10 com o sinal entrando na ponta (Tip) e o atteramento na capa (Sleeve). Microfones de lapela quase todos usam o conector P2 de 3,5mm com sinal e alimentação de BIAS (plug-in power) na ponta (TIP) e asterramento no capa (Sleeve).
OBSERVAÇÃO: Existem alguns microfones de lapela (eletreto) que usam um conector P2 estéreo (TRS) com o sinal de áudio na ponta (TIP), alimentação de BIAS no anel (RING) e atteramento na capa (Sleeve). Esses modelos não são compatíveis com celulares ou notebooks e não funcionarão com nenhum tipo de adaptador.
A tabela abaixo mostra as configurações mais comuns de cabos e conectores de microfones dinâmicos, de eletreto e condensadores.
Microfones condensadores de diafragma são balanceados e necessitam de
alimentação Phantom Power entre 12 e 48V para operar. Portanto não funcionarão
em cabos adaptadores (mesmo o que vou mostrar a seguir) em celulares ou outros
equipamentos que não tenham entradas de microfone com Phantom Power.
Microfones dinâmicos com conectores
XLR ou P10 poderão ser ligados em cabos adaptadores para P2 e conectados em
celulares ou outros dispositivos com o cabo adaptador abaixo, já que o mesmo
bloqueia a tensão de BIAS (Plug-in Power) impedindo que ela chegue a capsula do
microfone.
Microfones de eletreto (lapela e
similares) com alimentação própria por bateria ou pilhas irão funcionar
normalmente com o cabo adaptador desse artigo.
Atenção: Microfones de
eletreto que necessitem de alimentação de BIAS (entre 2 e 10v) não irão
funcionar com esse cabo adaptador, pois o capacitor colocado em série com a
entrada de sinal de áudio (+) impede a passagem de qualquer voltagem de
corrente contínua.
Se você precisa ligar apenas um
microfone de eletreto (lapela) comum, alimentado pelo dispositivo de
gravação (celular, tablet ou notebook) mais um fone de ouvido, sugiro o
uso de um adaptador simples como o da foto abaixo. Simples, prático e elegante!
Para outras situações será necessário um cabo adaptador
especial com um circuito bem simples interligando a entrada de áudio e o plugue
de saída para o celular. Com esse cabo adaptador você poderá ligar qualquer
fonte de áudio no seu celular, tablet ou notebook desde que o nível de sinal
possa ser ajustado (preferencialmente na fonte emissora). Dessa forma você
conseguirá, por exemplo, conectar a saída de fone de ouvido de outro celular,
uma mesa de áudio, um microfone dinâmico, um adaptador portátil de microfones, etc.,
e os mesmos serem reconhecidos pelo seu aparelho como um microfone externo. Com
a vantagem de poder monitorar em tempo real o que está sendo gravado pelo fone
de ouvido.
Notas:
1 - O capacitor ligado em série no
terminal de sinal do microfone impede a passagem de corrente contínua, evitando
que a tensão de 2,6 volts (plug-in power) gerada pelo celular (ou outro
aparelho recebendo o sinal de microfone) passe para o lado do conector P10/P2
de entrada de áudio externo. Portanto microfones dependentes de alimentação
externa não funcionarão nesse adaptador.
2 - o resistor de 2,2KOhm ligado em
paralelo ao terminal do microfone e o terra comum do plugue cria a carga
resistiva necessária para que o cabo adaptador seja reconhecido como um
microfone externo onde ele for ligado (celular, tablet, etc).
3 - O conector P10/P2 fêmea que
receberá o áudio externo pode ser substituído por um plugue P10, P2 ou outro
tipo mais conveniente para o uso do cabo.
4 - o resistor e o capacitor podem ser montados dentro de uma pequena caixa plástica ou diretamente no próprio cabo desde que bem isolados com fita isolante ou espaguete termo retrátil. Os conectores P2 TRRS geralmente não tem espaço para a montagem desses componentes dentro do acabamento metálico ou plástico.
27/01/2023
Adaptador de áudio Teyun Q-12: testes básicos, dicas de conecção e... o que tem por dentro!
28/10/2021
A Pentax vai aderir ao sistema mirrorless?
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| Montagem usando foto da câmera Pentax QS-1 com o logo da Ricoh. |
Não... não existe uma Ricoh QS-2... ainda... Mas o que pode estar por trás das novas patentes de câmeras e lentes mirrorless pela Ricoh? Mesmo que algumas notícias sejam mera especulação, não é surpreendente esse movimento no concorrido mercado de câmeras digitais. Boatos sobre a Pentax, atualmente uma subdivisão da Ricoh, estar ensaiando a entrada nesse disputado mercado de câmeras sem espelho e talvez abandonando as DSLR também estão circulando. Pessoalmente não acredito que esse movimento possa acontecer, pelo menos não em um futuro próximo. Mas me parece muito provável que a divisão de câmeras digitais da Ricoh esteja pretendendo entrar nesse mercado. Para entender esse processo precisamos lembrar alguns fatos históricos:
26/10/2021
Antigas e ultrapassadas? Jamais...
01/10/2021
COSINA CT-1: uma mãe desconhecida com muitos filhos...
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| Foto original de: Aaron Stidwell/Flickr |
Então ... qual câmera é a melhor? E que lentes são essas joias escondidas? Discussões intermináveis acontecem em blogs e grupos de fãs de certas marcas. Mas certamente às vezes, como diria Shakespeare, há "muito barulho por nada"! Sete marcas conceituadas e mais de dez modelos diferentes apenas na foto. Mas na verdade são mais de 15 fabricantes e 105 modelos diferentes. Do lado de fora, existem pequenas diferenças cosméticas, mas na alma, o chassis é um só: o robusto CT-1 desenvolvido pela COSINA em 1978. O CT-1 era uma SLR de 35 mm com obturador Copal Square, semelhante ao da Nikon FM; um temporizador que fornece um retardo de dez segundos e travamento do espelho; e uma montagem Pentax K.
Uma vida e um legado de trinta e oito anos que finalmente chegaram ao fim. Com a descontinuação da Nikon FM10 em 2017! E a mesma lógica se aplica às lentes. Todos os fabricantes que usaram o chassi CT-1 também lançaram lentes com suas marcas registradas. Portanto, a grande maioria das lentes, que não pertencem às marcas mais proeminentes, são lentes fabricadas pela COSINA com o nome de cada fabricante brilhando na borda do vidro frontal. A lista completa de câmeras SLR com chassi CT-1 está abaixo:ARGUS STL-1000, BAUER RX1, BAUER RX2, CANON T60, CARENA CX-300, CARENA CX-500, CARENA KSM-1,CARENA KSM-2, CAVALIER MSTL, CHINON CE II, CHINON CM3, CHINON 5000SE, CHINON GAFL-ES, CHINON CHINONFLEX, CHINON CE-3, CHINON CS-4, CHINON CM-5, CHINON CM-7, CHINON CG-5, CHINON CX II, CHINON CP-X, CIMKO LS-1, COSINA C1, COSINA C2, COSINA CT-1, COSINA CT-1EX, COSINA CX-2, COSINA CT-1, COSINA CT-1G, COSINA CT-1 SUPER, COSINA CS-1, COSINA CS-2, COSINA CS-3, COSINA CT-4, COSINA CT-7, COSINA CT-7D, COSINA CT-9, COSINA CT-10, COSINA CT-20, COSINA CT-90, COSINA EL SOLAR, COSINA HI-LITE, COSINA HI-LITE HDL, COSINA HI-LITE EC, COSINA HI-LITE 405, ELICAR MN-1, EXAKTA TWIN TL, EXAKTA HS-2, EXAKTA HS-4, EXAKTA HS-3, EXAKTA HS-10, EXAKTA HS-40, EXAKTA KE-5, HAKING HG1, HAKING HG2, HANIMEX DR-1, KENLOCK KG1, MIRANDA MS-1, NIKKOREX F, NIKON FM-10, NIKON FE-10, OLYMPUS OM-2000, PANAGOR CT1EX, PANAGOR CT90, PENTAX P30T, PETRI GX-1, PETRI GX-2, PETRI GX-3, PETRI GX-4, PETRI MF2, PETRI MF3, PETRI MF4, PETRI MF101, PETRI MF102, PETRI MF103, PETRI MF104, PRINZFLEX SUPER TTL, QUANTARAY R400, QUANTARAY RZ800, QUANTARAY DZ-RZ, RICOH XR-1, RICOH KR-5, RICOH KR-500, RICOH KR-5 SUPER2, RICOH SINGLEX TLS, RICOH KR-10 SUPER, SEARS SL2, SEARS TLS, SEIMAX SV7, SEIMAX SV9, SOLIGAR SC-1, TOPCON AM-1,VIVITAR 220SL, VIVITAR 420SL, VIVITAR 650SL,VIVITAR XV2,VIVITAR XV3, VIVITAR V2000, VIVITAR V3000, VIVITAR V6000,VOIGTLANDER VSL 43, YASHICA FX-3 SUPER 2000, ZODEL 2MTL.
18/09/2021
Erro histórico corrigido...
Foram onze anos de espera para ver que eu tinha razão! Em
2010 a Apple lançava o iPhone 4. O design, em minha opinião, foi o mais bonito
até hoje criado para um celular. Em 2014 a Apple lançou o iPhone 6 com o
famigerado design que perdurou sete anos. Copiado das "tendências" de
outros fabricantes e depois recopiado por estes. Levaram onze anos para
reconhecer o erro. E o belo e harmonioso design finalmente volta com o iPhone
13. Penso que tudo na vida e na natureza evolui para atingir uma forma quase
perfeita, que depois se tornará inigualável e eterna. No mundo do design essa
noção vem sendo esquecida pelo apelo de popularidade e mais vendas. Ou por
simples mau gosto dos designers. Mas felizmente alguns reconhecem o erro e
voltam à boa forma.
10/09/2021
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| A DF Vasconcelos foi pioneira na criação de uma indústria ótica e fotográfia genuinamente nacional. |
Em um dos grupos sobre fotografia que participo, um dos integrantes falou dos preços irreais decorrentes do retorno do interesse pela fotografia química (ou analógica). Outro integrante comentou que depois da pandemia a situação piorou. E deve ser isso mesmo. As pessoas ficaram – e ainda estão – muito tempo em casa, algumas com mais tempo livre e querendo se ocupar. Então descobriram ou voltaram para o tempo analógico. E tudo que é colecionável, ou vintage, subiu de preço. Já viram o preço dos vinis e toca-discos? E o mercado desses itens usados ficou saturado.
07/09/2021
Quatro lentes...quatro fotos...
Impressões: Vivitar 70-210mm f/4.5 MC Macro Focusing Zoom (1885)
Comprei uma câmera analógica Pentax P3 usada, mas muito conservada que veio com duas lentes. Uma, do kit original, era uma excelente Pentax-A SMC 50mm f/ 2,0 em boas condições. A outra era essa Vivitar 70-210mm com abertura mínima constante de f/4,5 em toda a faixa de zoom. A lente estava em excelente condição cosmética, parecendo mesmo que nunca havia sido usada. O flange traseiro sem uma marca característica de desgaste natural por montagens e desmontagem. Porém o estado dos vidros estava péssimo. Não havia arranhões, mas o mofo estava presente em todos os 9 elementos internos. O anel combinado que controla o foco e o zoom muito pesado por conta da graxa endurecida. Essa lente, pela numeração, deve ter sido fabricada no final dos anos de 1990. E deve ter fiado guardada sem uso muito tempo. Depois de desmontada, lubrificada e livre de todo mofo voltou à antiga forma.
03/09/2021
Quem você levaria para uma ilha deserta?
Três belas senhoras... Mas qual delas você levaria em uma viagem para um paraíso isolado do mundo? A da direita tem seus quarenta anos... a do meio uns trinta... a da esquerda deve ser menor de idade! Todas possuem boas qualidades. Em comum, duas possuem o tão apreciado (não tanto por mim) foco automático. Outras duas a abertura manual ou controlada pela câmera. Uma delas é até a prova de tempo (WR), embora eu duvide que sobrevivesse a um temporal tropica. as outras mais modestas, não são a prova de tempo, mas resistiram a ele... A mais novinha se precisar de socorro... Esqueça. Nem com canivete suíço se pode dar jeito em baixo de um coqueiro. E mesmo que fosse possível, a Fedex não iria lhe entregar as peças necessárias na sua ilha deserta. As outras duas... Com um kit de chaves e um alicate de unhas dá pra salvar. É... A sedução do novo (nesse caso da nova) é um perigo. E a felicidade pode estar pelo fio de um flatcable... Ou CI com defeito! Quem você levaria para uma ilha deserta?
23/08/2021
Panela velha é que faz comida boa...
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| Crédito da imagem: Jaya Richardson (https://jayarichardson.com/review-pentax-m-200mm) |
09/08/2021
Mofo, haze, poeira e falta de cuidado: c
Vejo muitos fotógrafos vendendo
lentes muito boas, por preços incompatíveis, por conta de arranhões, fungos,
poeira ou haze nos vidros. A questão não é tão simples. Uns pedem um valor muito
abaixo do que a lente vale, pois pensam que uma lente com fungo ou haze está
perdida. Outros pedem um valor alto que dificulta a venda, pois o risco para
quem compra e tem que providenciar a limpeza é alto. Em muitos casos a presença
de um pouco de poeira, fungo, haze moderado ou mesmo arranhões no vidro frontal
não atrapalham a qualidade da imagem. Incomodam mais o dono da lente pela
questão estética. E na maioria dos casos fazem a lente, muitas vezes, muito
valorizada, perder preço na hora da revenda.
Restauro de lentes não é algo fácil, barato ou disponível com facilidade. O custo de um bom trabalho depende muito do tipo de problema e o modelo da lente. Alguns defeitos (haze ou fungos muito agressivos) podem não ter reparo ou, mesmo depois de sanados, não deixarem a lente perfeita como veio de fábrica. Na foto abaixo, mostro um exemplo de lente que recebi para limpeza. Trata-se de uma lente Pentax 18-55 WR (que geralmente vem no kit das câmeras Pentax) e apresentava um pouco de fungo no elemento frontal e um haze acentuado na lente traseira. Nesse caso, o resultado ficou satisfatório. Foi feita a separação do elemento traseiro, limpeza e recolagem com resina apropriada. O elemento frontal só precisou de limpeza.
03/07/2021
O futuro será DSLM?
No segmento profissional ou
dedicado aos entusiastas sérios de fotografia, não houve danos consideráveis.
Mas pode se dizer que vem havendo uma influência cada vez maior em produtos
mais leves e com menor tamanho. E com recursos de edição na própria câmera,
geolocalização e distribuição de conteúdo via redes de dados diretamente para a
web. São tendências já estabelecidas porque se encontram disponíveis nos
telefones celulares muito antes de aparecerem nas câmeras fotográficas. Essa pressão
tem levado ao desenvolvimento avançado de câmeras mirrorless (ou Mirrorless Interchangeable-lens Camera - MILC), que
estão ganhando cada vez mais mercado. Essa tecnologia também é conhecida pela
sigla DSLM (Digital Single Lens Mirrorless), nomenclatura que será usada neste
artigo no lugar da palavra mirroless.
O futuro será DSLM ?
As grandes marcas não tem se importado em perder uma fatia de vendas de seu portfólio de DSLR´s, para seus próprios modelos de câmeras sem visor pentaprismático e espelho móvel, exatamente pela economia de peso, menores dimensões e maior simplicidade de fabricação. A Sony foi pioneira em lançar a primeira câmera full frame sem espelho e atualmente seus modelos A7 III e A9 estão no topo da gama de modelos. A Canon com sua nova full frame EOS R e a Nikon com a linha Z (Z6 e Z7). A Panasonic conta com suas novas Lumix S1 e S1R. A característica principal entre todos os modelos sem o espelho móvel e o pentaprisma é a menor distância entre o flange da lente e o sensor de imagem, resultando em corpos mais finos e leves.
05/11/2020
Transmission Line Speakers e um bom som vintage...
Novo par de caixas HiFi saindo do forno. Parecem grandes (e são...) para os alto-falantes né? Mas são caixas do tipo Transmission Line Enclosure (sistema perfeito, mas pouco conhecido) com graves aveludados e que se pode passar horas escutando sem cansar os ouvidos. O receiver do vídeo é um CCE (isso mesmo... aquela marca que todos dizem que não presta) que tem 35 anos de idade. Produzido no Brasil na década de 70/80 (quando ainda não importávamos diverte-te e a indústria nacional de áudio de alta fidelidade competia com os melhores importados.

















