26/10/2021

Antigas e ultrapassadas? Jamais...


As câmeras digitais já existem há mais de vinte anos. Tanto tempo faz parecer que as câmeras fotográficas de filme são algo pertencente a um passado mais remoto ainda. Mas a realidade é que a maioria das funções que nos acostumamos a ver nas digitais já estava presentes em modelos analógicos nos anos 2000. Controle das lentes pela câmera com abertura e foco automáticos. Modos inteligentes de detecção de cena, prioridade de abertura ou velocidade. Modo de multidisparos e mesmo controle de zoom pela câmera, coisa que poucas digitais têm hoje em dia. na realidade a migração para o digital teve um grande impulso porque foi facilitada pelas tecnologias desenvolvidas na década de 1990 para as câmeras de filme. O que mudou basicamente foi a substituição da película química pelo sensor digital de imagem. O restante tem sido refinamento.

01/10/2021

COSINA CT-1: uma mãe desconhecida com muitos filhos...

 

Foto original de: Aaron Stidwell/Flickr

Então ... qual câmera é a melhor? E que lentes são essas joias escondidas? Discussões intermináveis ​​acontecem em blogs e grupos de fãs de certas marcas. Mas certamente às vezes, como diria Shakespeare, há "muito barulho por nada"! Sete marcas conceituadas e mais de dez modelos diferentes apenas na foto. Mas na verdade são mais de 15 fabricantes e 105 modelos diferentes. Do lado de fora, existem pequenas diferenças cosméticas, mas na alma, o chassis é um só: o robusto CT-1 desenvolvido pela COSINA em 1978. O CT-1 era uma SLR de 35 mm com obturador Copal Square, semelhante ao da Nikon FM; um temporizador que fornece um retardo de dez segundos e travamento do espelho; e uma montagem Pentax K. 

Uma vida e um legado de trinta e oito anos que finalmente chegaram ao fim. Com a descontinuação da Nikon FM10 em 2017! E a mesma lógica se aplica às lentes. Todos os fabricantes que usaram o chassi CT-1 também lançaram lentes com suas marcas registradas. Portanto, a grande maioria das lentes, que não pertencem às marcas mais proeminentes, são lentes fabricadas pela COSINA com o nome de cada fabricante brilhando na borda do vidro frontal. A lista completa de câmeras SLR com chassi CT-1 está abaixo:

ARGUS STL-1000, BAUER RX1, BAUER RX2, CANON T60, CARENA CX-300, CARENA CX-500, CARENA KSM-1,CARENA KSM-2, CAVALIER MSTL, CHINON CE II, CHINON CM3, CHINON 5000SE, CHINON GAFL-ES, CHINON CHINONFLEX, CHINON CE-3, CHINON CS-4, CHINON CM-5, CHINON CM-7, CHINON CG-5, CHINON CX II, CHINON CP-X, CIMKO LS-1, COSINA C1, COSINA C2, COSINA CT-1, COSINA CT-1EX, COSINA CX-2, COSINA CT-1, COSINA CT-1G, COSINA CT-1 SUPER, COSINA CS-1, COSINA CS-2, COSINA CS-3, COSINA CT-4, COSINA CT-7, COSINA CT-7D, COSINA CT-9, COSINA CT-10, COSINA CT-20, COSINA CT-90, COSINA EL SOLAR, COSINA HI-LITE, COSINA HI-LITE HDL, COSINA HI-LITE EC, COSINA HI-LITE 405, ELICAR MN-1, EXAKTA TWIN TL, EXAKTA HS-2, EXAKTA HS-4, EXAKTA HS-3, EXAKTA HS-10, EXAKTA HS-40, EXAKTA KE-5, HAKING HG1, HAKING HG2, HANIMEX DR-1, KENLOCK KG1, MIRANDA MS-1, NIKKOREX F, NIKON FM-10, NIKON FE-10, OLYMPUS OM-2000, PANAGOR CT1EX, PANAGOR CT90, PENTAX P30T, PETRI GX-1, PETRI GX-2, PETRI GX-3, PETRI GX-4, PETRI MF2, PETRI MF3, PETRI MF4, PETRI MF101, PETRI MF102, PETRI MF103, PETRI MF104, PRINZFLEX SUPER TTL, QUANTARAY R400, QUANTARAY RZ800, QUANTARAY DZ-RZ, RICOH XR-1, RICOH KR-5, RICOH KR-500, RICOH KR-5 SUPER2, RICOH SINGLEX TLS, RICOH KR-10 SUPER, SEARS SL2, SEARS TLS, SEIMAX SV7, SEIMAX SV9, SOLIGAR SC-1, TOPCON AM-1,VIVITAR 220SL, VIVITAR 420SL, VIVITAR 650SL,VIVITAR XV2,VIVITAR XV3, VIVITAR V2000, VIVITAR V3000, VIVITAR V6000,VOIGTLANDER VSL 43, YASHICA FX-3 SUPER 2000, ZODEL 2MTL.


18/09/2021

Erro histórico corrigido...

 


Foram onze anos de espera para ver que eu tinha razão! Em 2010 a Apple lançava o iPhone 4. O design, em minha opinião, foi o mais bonito até hoje criado para um celular. Em 2014 a Apple lançou o iPhone 6 com o famigerado design que perdurou sete anos. Copiado das "tendências" de outros fabricantes e depois recopiado por estes. Levaram onze anos para reconhecer o erro. E o belo e harmonioso design finalmente volta com o iPhone 13. Penso que tudo na vida e na natureza evolui para atingir uma forma quase perfeita, que depois se tornará inigualável e eterna. No mundo do design essa noção vem sendo esquecida pelo apelo de popularidade e mais vendas. Ou por simples mau gosto dos designers. Mas felizmente alguns reconhecem o erro e voltam à boa forma.

10/09/2021

 

A DF Vasconcelos foi pioneira na criação de uma indústria ótica e fotográfia genuinamente nacional.

Em um dos grupos sobre fotografia que participo, um dos integrantes falou dos preços irreais decorrentes do retorno do interesse pela fotografia química (ou analógica). Outro integrante comentou que depois da pandemia a situação piorou. E deve ser isso mesmo. As pessoas ficaram – e ainda estão – muito tempo em casa, algumas com mais tempo livre e querendo se ocupar. Então descobriram ou voltaram para o tempo analógico. E tudo que é colecionável, ou vintage, subiu de preço. Já viram o preço dos vinis e toca-discos? E o mercado desses itens usados ficou saturado.

07/09/2021

Quatro lentes...quatro fotos...

 


Quatro lentes, quatro fotos... todas captadas a 10 metros de distância com quatro lentes semelhantes (Zoom 70-200mm). ISO, abertura e velocidade iguais (ISO 100, f/5.6, 1/125s). Sem retoques na pós. As ampliações estão a 100%. Quem arrisca relacionar as fotos com as lentes que foram usadas?

Impressões: Vivitar 70-210mm f/4.5 MC Macro Focusing Zoom (1885)

 


Comprei uma câmera analógica Pentax P3 usada, mas muito conservada que veio com duas lentes. Uma, do kit original, era uma excelente Pentax-A SMC 50mm f/ 2,0 em boas condições. A outra era essa Vivitar 70-210mm com abertura mínima constante de f/4,5 em toda a faixa de zoom. A lente estava em excelente condição cosmética, parecendo mesmo que nunca havia sido usada. O flange traseiro sem uma marca característica de desgaste natural por montagens e desmontagem. Porém o estado dos vidros estava péssimo. Não havia arranhões, mas o mofo estava presente em todos os 9 elementos internos. O anel combinado que controla o foco e o zoom muito pesado por conta da graxa endurecida. Essa lente, pela numeração, deve ter sido fabricada no final dos anos de 1990. E deve ter fiado guardada sem uso muito tempo. Depois de desmontada, lubrificada e livre de todo mofo voltou à antiga forma.

03/09/2021

Quem você levaria para uma ilha deserta?

 


Três belas senhoras... Mas qual delas você levaria em uma viagem para um paraíso isolado do mundo? A da direita tem seus quarenta anos... a do meio uns trinta... a da esquerda deve ser menor de idade! Todas possuem boas qualidades. Em comum, duas possuem o tão apreciado (não tanto por mim) foco automático. Outras duas a abertura manual ou controlada pela câmera. Uma delas é até a prova de tempo (WR), embora eu duvide que sobrevivesse a um temporal tropica. as outras mais modestas, não são a prova de tempo, mas resistiram a ele... A mais novinha se precisar de socorro... Esqueça. Nem com canivete suíço se pode dar jeito em baixo de um coqueiro. E mesmo que fosse possível, a Fedex não iria lhe entregar as peças necessárias na sua ilha deserta. As outras duas... Com um kit de chaves e um alicate de unhas dá pra salvar. É... A sedução do novo (nesse caso da nova) é um perigo. E a felicidade pode estar pelo fio de um flatcable... Ou CI com defeito! Quem você levaria para uma ilha deserta?

23/08/2021

Panela velha é que faz comida boa...

 

Crédito da imagem: Jaya Richardson (https://jayarichardson.com/review-pentax-m-200mm)

Aí você acha em um site de venda de equipamentos usados uma lente SMC Pentax MC 200mm f/4 anunciada como "apenas para decoração" e investe R$ 50,00 na compra. O frete me custou R$ 37,00. quase o valor da lente. O comprador, muito honesto, ainda avisa no anúncio que a lente tem fungos. Pelo preço e pela lente resolvo arriscar. Quando a lente chegou a parte cosmética estava boa - dado a idade da mesma - apesar de seus quarenta anos bem vividos na mão de um ou mais fotógrafos. Todos os elementos tinham fungos moderados. O anel de foco meio pesado. mas o que estava muito ruim mesmo era o elemento trazeiro. Além do mofo tinha haze (opacidade) causado pelo descolamento da resina que une as duas lentes do grupo trazeiro. Tirei uma foto e apezar do foco estar cravado, a imagem estava muito "soft", sem contraste e com um tom amarelado. Realmente... do jeito que estava serviria como um bom peso de papel em minha mesa. Mas resolvir levar a "paciente" para a UTI.

09/08/2021

Mofo, haze, poeira e falta de cuidado: c

 


Vejo muitos fotógrafos vendendo lentes muito boas, por preços incompatíveis, por conta de arranhões, fungos, poeira ou haze nos vidros. A questão não é tão simples. Uns pedem um valor muito abaixo do que a lente vale, pois pensam que uma lente com fungo ou haze está perdida. Outros pedem um valor alto que dificulta a venda, pois o risco para quem compra e tem que providenciar a limpeza é alto. Em muitos casos a presença de um pouco de poeira, fungo, haze moderado ou mesmo arranhões no vidro frontal não atrapalham a qualidade da imagem. Incomodam mais o dono da lente pela questão estética. E na maioria dos casos fazem a lente, muitas vezes, muito valorizada, perder preço na hora da revenda.

Restauro de lentes não é algo fácil, barato ou disponível com facilidade. O custo de um bom trabalho depende muito do tipo de problema e o modelo da lente. Alguns defeitos (haze ou fungos muito agressivos) podem não ter reparo ou, mesmo depois de sanados, não deixarem a lente perfeita como veio de fábrica. Na foto abaixo, mostro um exemplo de lente que recebi para limpeza. Trata-se de uma lente Pentax 18-55 WR (que geralmente vem no kit das câmeras Pentax) e apresentava um pouco de fungo no elemento frontal e um haze acentuado na lente traseira. Nesse caso, o resultado ficou satisfatório. Foi feita a separação do elemento traseiro, limpeza e recolagem com resina apropriada. O elemento frontal só precisou de limpeza.

03/07/2021

O futuro será DSLM?


Muita discussão acontece em torno do futuro das câmeras digitais. Não apenas as de uso amador, como as profissionais. No primeiro segmento, há realmente uma nítida tendência ao desaparecimento. Muitos fabricantes tradicionais estão enxugando o número de modelos ou mesmo saindo do mercado. A explicação é óbvia: os celulares estão dominando esse mercado, faz alguns anos. A cada novo lançamento, principalmente nas linhas premium, os telefones têm vindo equipados com câmeras realmente muito boas. Inclusive com recursos de controle parcialmente manuais que agradam aos fotógrafos profissionais. A qualidade da imagem é indiscutível. E muitos fotógrafos renomados se dedicam a realizar trabalhos profissionais com eles.

No segmento profissional ou dedicado aos entusiastas sérios de fotografia, não houve danos consideráveis. Mas pode se dizer que vem havendo uma influência cada vez maior em produtos mais leves e com menor tamanho. E com recursos de edição na própria câmera, geolocalização e distribuição de conteúdo via redes de dados diretamente para a web. São tendências já estabelecidas porque se encontram disponíveis nos telefones celulares muito antes de aparecerem nas câmeras fotográficas. Essa pressão tem levado ao desenvolvimento avançado de câmeras mirrorless (ou Mirrorless Interchangeable-lens Camera - MILC), que estão ganhando cada vez mais mercado. Essa tecnologia também é conhecida pela sigla DSLM (Digital Single Lens Mirrorless), nomenclatura que será usada neste artigo no lugar da palavra mirroless.

O futuro será DSLM ?

As grandes marcas não tem se importado em perder uma fatia de vendas de seu portfólio de DSLR´s, para seus próprios modelos de câmeras sem visor pentaprismático e espelho móvel, exatamente pela economia de peso, menores dimensões e maior simplicidade de fabricação. A Sony foi pioneira em lançar a primeira câmera full frame sem espelho e atualmente seus modelos A7 III e A9 estão no topo da gama de modelos. A Canon com sua nova full frame EOS R e a Nikon com a linha Z (Z6 e Z7). A Panasonic conta com suas novas Lumix S1 e S1R. A característica principal entre todos os modelos sem o espelho móvel e o pentaprisma é a menor distância entre o flange da lente e o sensor de imagem, resultando em corpos mais finos e leves.

05/11/2020

Transmission Line Speakers e um bom som vintage...


 

Novo par de caixas HiFi saindo do forno. Parecem grandes (e são...) para os alto-falantes né? Mas são caixas do tipo Transmission Line Enclosure (sistema perfeito, mas pouco conhecido) com graves aveludados e que se pode passar horas escutando sem cansar os ouvidos. O receiver do vídeo é um CCE (isso mesmo... aquela marca que todos dizem que não presta) que tem 35 anos de idade. Produzido no Brasil na década de 70/80 (quando ainda não importávamos diverte-te e a indústria nacional de áudio de alta fidelidade competia com os melhores importados.

03/08/2020

O que será o "o novo normal' na área de fotografia, vídeo e cinema?

O repórter Manoel Soares se antecipou às determinações e tem usado máscara no vídeo desde meados de abril. https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/daniel-castro/globo-obriga-reporteres-usarem-mascara-para-darem-exemplo-ao-telespectador-36411?cpid=txt


Nos últimos anos os avanços tecnológicos na área de equipamentos de informática e multiidia, notadamente notebooks e celulares, trouxe mudanças de paradigmas e deafios a nossa área de produção de imagens, vídeo, multimidia, cinema e demais conteúdos para as diversas platformas. Aos meus leitores, aos quais peço desculpas por mais de um ano sem publicações regulares aqui no blog, explico que essas mudanças- pelo menos no meu caso particular - como profissional da área foram tão dramáticas, que confesso ter ficado sem chão!

Os bons tempos de pleno funcionamento de minha produtora - a Olharmultimídia roduções e Eventos - com muitos e variados jobs se foram. Assim como , infelizmente a própria produtora, que enerrou as atividades em 2012. Depois de um período exercendo atividades docentes em ua universidade particular, que também terminou devido a redução de quadro de professores e coordenadores, ainda trabalhei como freelancer para outras produtoras e colegas indeoendentes. Mas também esses convites foram ficando escassos. 

09/01/2018


Iluminador portátil  LED de baixo custo e alta eficiência para câmeras filmadoras ou DSLR. Peso de 100 gramas (sem bateria), funcionando com baterias de 8 a 24V, AC 110/220V-12VCC ou direto na energia elétrica em voltagens entre 100e 240 volts. Potência de 10W gerando 600 lúmen (a 8 metros do iluminador). Temperatura de cor de 3000K (semelhante as luzes normais de vídeo ou cinema. Montado a partir de refletor de jardim. Ainda por cima é à prova de chuva. Custo dos materiais gastos: R$ 50,00! Não incluído a bateria, que podem ser até as de câmeras fotográficas ou filmadoras. Com uma bateria Sony NPF-950 (a mais comum em uso em filmadoras Sony) fica ligado por cerca de 10 horas.

Estou preparando um tutorial para que meus leitores possam fazer em casa. Requer pouco trabalho e materiais fáceis de serem encontrados no mercado. E alguma habilidade com ferro de solda e furadeira elétrica. Gastei pouco mais de uma hora para montar. Na prática oferece um ganho de 2 fstops na lente ou reduzir um ISO 1600 para 800 dependendo da lente.

28/11/2017

Cabo disparador alternativo câmeras Lumix GH2/3/4/5


Diferente dos controles remotos com fio do mercado, que possuem apenas um bot"ao de toque duplo com trava para exposições longas esse controle remoto com fio tem botões separados ara foco, foto e vídeo. Nas câmeras Lumix GH2 e GH3 somente os botões de foco e foto estão ativos. Quando esses modelos de câmera estão no modo de vídeo manual o botão de foto dispara o vídeo ou para quando pressionado novamente. Se a câmera estiver no modo de foto, o primeiro botão foca a imagem e o segundo faz o disparo. Nos modelos Panasonic Lumix GH4 e GH5, quando no modo foto é possível usar o botão de vídeo para iniciar ou para a gravação e os botões de foco e foto para tirar fotos enquanto o vídeo é gravado. Com tamanho compacto a caixa de comando mede 3 x 4 cm e pode ser presa a punhos de suportes de câmeras DSLR com manetes para facilitar o comando da câmera. 


O controle conta ainda com uma saída para conector P2 de 3mm e cabo para adaptar a um receptor de controle remoto por radiofrequência, como os existentes nos drones, permitindo iniciar e parar a gravação remotamente a partir do transmissor em terra. Se a câmera for uma GH4 ou GH5 é possível também tirar fotos durante as filmagens aéreas. Os receptores e servos necessários devem ser providenciados pelo proprietário do drone. O valor é R$ 70,00 e pode ser encomendado aqui mesmo via campo de perguntas. 

15/11/2017


Teste novo com a lente Canon BCTV 2/3" B4 na Pana Lumix GH2. Na realidade procurei as condições mais desfavoráveis para testar a lente no limite. O local era bem escuro, não usei iluminação adicional, mantive o ISO em 800, filmei em 24 quadros com shutter em 1/50s. As imagens não tem correção de cor. Estão como saíram da GH2. Com o ISO baixo e sem iluminação adicional precisei trabalhar com a iris em f/1.8 até f/2.8 no máximo. Sendo que essa lente é muito soft totalmente aberta. A nitidez maior dela (sweet spot) fica entre f/5.6 e f/8.