11/06/2013

Como funciona o sistema de troca das workstations Thunderbird.






Alguns clientes que ligam perguntando o valor de uma workstation Thunderbird, acham o investimento alto. Alegam que poderiam montar uma máquina com as mesmas configurações pela metade do preço. Provavelmente poderiam achar componentes similares, porém de marcas sem a mesma qualidade, garantia e desempenho, gastando cerca de R$ 5 a 6 mil, que seria um pouco mais da metade do valor de uma PROCS6.

Mas é preciso pensar no futuro, no longo prazo. Nos custos decorrentes de um equipamento que passará 30% do tempo necessitando de ajustes ou falhando. E tempo é dinheiro. O meu cliente, o Senhor A, usufruiu da sua workstation PROCS6 por um ano, sem uma hora sequer parada por defeito ou perdeu horas preciosas de produção, em virtude do desempenho precário de um equipamento não ajustado e otimizado.


Exemplo Real: Em maio de 2012, o cliente Senhor A investiu em uma PROCS6, a quantia de R$ 8.000,00. Exatamente um ano depois, na data de opção, ele solicitou a troca por um modelo PROCS6 2013. Usando a PROCS6 2012 como parte do pagamento, ele pagou apenas a diferença de R$ 2.400,00. Ou seja: A PROCS2012, com 1 ano de uso, foi recomprada por R$ 7200,00. Sem contar os ganhos que ele gerou com o equipamento, houve uma depreciação de menos de 1% ao mês.


Outro dado importante: Os R$ 5 ou 6 mil investidos em peças para a montagem de um computador, depois de um ano, viram fumaça. Uma CPU usada, mesmo com componentes similares aos usados em uma workstation PROCS6, não valerão mais que a metade desse valor após uma ano, pois ninguém vai pagar mais que R$ 2 mil por uma CPU dessas usada.

Se forem somados o custo das peças, o tempo perdido com montagem e configuração, os prejuízos com trocas de componentes inadequados ou errados, o fraco desempenho obtido com o conjunto, o custo das horas paradas para conserto e a depreciação final após um ano de uso, esse somatório será bem maior que a diferença entre os R$ 5 ou 6 mil das peças compradas por conta própria e o investimento inicial de R$ 9.500,00 em uma estação PROCS6.

É uma falsa economia de R$ 3 mil e poucos reais, que se transformará em um prejuízo 3 ou mais vezes maior. Fora a dor de cabeça, o aborrecimento, a reclamação dos clientes, o custo com a remuneração dos profissionais que trabalharam na máquina e gastaram mais horas que o necessário para concluir um trabalho. É o velho ditado do barato que sai caro.

Quando um profissional investe em uma workstation Thunderbird, tem a garantia por escrito, na hora da compra, de quando vai poder optar pela troca de modelo e quanto seu equipamento valerá para entrar como parte do pagamento. Eu entendo que esse é o grande diferencial que busquei implantar no desenvolvimento de meus produtos, além, é claro, do diferencial de desempenho e confiabilidade.

Grande abraço!

Marcelo Ruiz


03/06/2013

Direto do Video Gurú: Com a palavra o pobre, sofredor e heróico colorista...


A frase já virou bordão nos sets de filmagem - ou seria melhor dizer nos cabarés de filmagem? Sim por que nossa profissão já virou putaria há muito tempo. O pessoal do Vídeo Gurú acertou em cheio e na veia com o artigo acima. Nem precisa de comentários ou adendos. Clique aqui para ir para o blog Video Gurú e ler o artigo completo. 

Grande abraço aos parceiros do Video Gurú e a meus leitores!

Marcelo Ruiz

27/05/2013

Precisando de equipamentos? Tem novidades e raridades na página de usados!


Tem novidades e raridades na página de Compra e Venda de Equipamentos: Lentes Zeiss, tripé Bogen, teleprompter, MacBook Pro e uma Workstation ProCS6 2012 novinha. Tudo muito novo, com procedência (todos de nossa produtora)  e com garantia de um ano. 

Grande abraço!

Marcelo Ruiz

07/05/2013

Video Gurú: Adobe surpreende e anuncia que não vai mais vender software novo!


Os amigos sempre antenados do Blog Video Guru noticiam a bomba da semana. Clique aqui e leia a íntegra do post no blog dos parceiros. Em resumo, a decisão da Adobe foi de a partir da Suíte CS6, que foi a última vendida na forma de um produto box físico, somente comercializar versões que serão online, ou na nuvem. Não haverá, portanto uma Suite CS7, a nova versão da atual CS6, que será lançada em junho, terá as iniciais CC no nome. Portanto um Adobe Premiere CC, Photoshop CC e assim por diante.

27/04/2013

Editando vídeos no formato Super HD (4K) para cinema e televisão.

Na foto, nova Workstation Escarlate 4K e a Blackmagic Production Camera 4K


Quem necessita editar vídeos no formato 4K tanto para cinema quanto para outros formatos digitais captados com câmeras com as Sony PMW F55/F5, Arri Alexa, RedOne ou Red Scarlet, Canon C500 ou EOS 1D C, pode contar com agora com o ótimo custo/benefício da workstation ESCARLATE 2013. 

Ela edita diretamente o material bruto nos formatos originais, através do Adobe Premiere CS6.  Correção e gradação de cor pode ser feita em programas como o Resolve da Blackmagic ou o RedCine-X Pro da RedOne. Não há necessidade de transcodificações demoradas para codecs intermediários ou editar em resoluções mais baixas, para depois aplicar os efeitos no vídeo original. Editar em 4K com a ESCARLATE 2013 é tão fácil quanto editar conteúdos em HD.

As 20 dúvidas mais frequentes sobre o Mercury Playback Engine do Adobe Premiere!

Uma complação das perguntas mais frequentes que foram feitas no post sobre ativação do Mercury Playback Engine no Premiere. Esse post é o campeão de acessos e de dúvidas aqui no blog. Aproveitem. Essas FAQ também estão no final do artigo original, que foi revisto e atualizado.

1) Minha placa não estava reconhecida pelo Premiere, mas segui os passos, incluí o nome dela no arquivo TXT da pasta Adobe e agora reconheceu e está trabalhando por GPU, porém o desempenho está a mesma coisa, lentidão e congelamentos nas linhas vermelhas da timeline.

R: Existem dezenas de modelos de placas NVidia GTX  que possuem os núcleos Cuda porem não são todas que podem ser usadas no Mercury Playback Engine ativadas por hardware. É necessário que a placa de vídeo tenha pelo menos 96 núcleos Cuda ativos e no mínimo 1GB de RAM DDR3. Mas tenha em mente que quanto menos núcleos sua placa tiver, menos visível será a melhoria de desempenho. Exemplo: Uma placa GTX 250 possui 128 núcleos Cuda, enquanto o modelo top GTX 680 possuem 1554 núcleos. Evidentemente o desempenho da última será muitas vezes maior.

25/04/2013

Rokinon 85mm f1.4 Aespherical: Uma ilustre desconhecida que surpreende...




A maioria dos amantes de fotografia e mesmo profissionais menos experientes, nunca deve ter ouvido falar da marca “Rokinon”. Trata-se de uma das marcas cuja a companhia sul-coreana Samyang, mais conhecida por fabricar automóveis e navios, comercializa sua linha de lentes para o mercado de baixo custo. As lentes fabricadas por ela também vem com nomes como Vivitar e Opteka, mais conhecidos no mercado de acessórios para fotografia. Mas não se deixe enganar por nomes. O que chama a atenção nas lentes Rokinon e em especial nessa 85mm de grande abertura (f1.4) é o preço. Uma lente com a mesma abertura e qualidades óticas, como as oferecidas por esse modelo, de marcas como Canon, Nikon ou Zeiss, custam três ou quatro vezes mais caro.

24/04/2013

Exportando vídeo MXF OP1a no Adobe Premiere CS6.0.3 para XDCAM Sony PDWU1



Tutorial básico para quem está com dificuldades de exportar vídeos para o formato MXF OP1a para serem gravados nos discos óticos XDCAM nos drives Sony PDW-U1. Alguns leitores não estão conseguindo exportar os vídeos tanto no padrão IMX40 ou XDCAMHD50 com os 4 canais de áudio ativos. Há relatos de, mesmo duplicando as faixas de áudio estéreo, o arquivo MXF originado apresenta as 4  faixas mas apenas 2 com áudio.  Ou, em certos casos, quando não é duplicada a trilha de áudio estéreo, o arquivo gerado apresenta apenas 2 faixas ocasionando erro na hora da exportação para o disco ótico. Vamos aos passos:

21/04/2013

Filmar em 60i, 60P, 30P ou 24P? Qual o melhor formato?


Atenção: Artigo revisto e atualizado em relação a publicação de Jan/2012. Os comentários e dúvidas foram incorporados ao novo texto. Para novos comentários usem a página de Duvidas e Sugestões. Esse post não aceita comentários.

Na imagem, a esquerda, fragmento de fotograma do filme mudo "Nosferatu" (Alemanha, 1922, F.W. Murneau) e a direita, detalhe de cena do filme "O Hobbit" (EUA, 2012, Peter Jackson)


O assunto desperta dúvidas na maioria dos profissionais de vídeo e esse post sempre foi muito lido e comentado. Por isso resolvi rever e ampliar o texto original, incorporando as dúvidas mais frequentes dos meus leitores na forma de adendos ao texto original. Na hora de captar uma cena ou iniciar um movo trabalho vem a questão: 60i, 60P, 30P 0u 24P? Como vou ajustar minha câmera? Desde a edição original desse artigo, o formato 60P – antes restrito a poucas e caras filmadoras – agora se tornou comum, mesmo em equipamentos amadores de baixo custo. Alguns inclusive, curiosamente, nem chegam a oferecer mais as opções 30P ou 60i. Na verdade a adoção mais frequente do formato 60P ainda trouxe mais confusão ao tema.

11/04/2013

Mais um vídeo da panela velha... Ah as cores da JVC GY-HD100U...



Aproveitando uma luz bem bacana que anda fazendo aqui em Brasília nesse início de outono maluco, gravei mais um vídeo testando a velha JVC HD100U. é impressionante como uma câmera fabricada em 2006, portanto já com 7 anos de uso e ainda gravando em fita miniDV, consegue imagens tão ricas e detalhadas. Eu me lembrei dos tempos do início do Compact Disc (CD), onde a idéia que a indústria empurrava para a massa consumidora era de algo novo, melhor e com mais qualidade. Que qualidade? Hoje vemos o velho LP "bolachão" ainda firme e retornando ao mercado. Bandas de renome no cenário mundial estão lançando títulos exclusivamente no formato. Ou em CD e LP. Um bom toca-discos está custando os olhos da cara e quem tem um usado de marca, não vende nem troca. Quem puder escutar e comparar um LP (vinil) e um CD de um mesmo artista, em um toca-discos de qualidade ligado a um amplificador valvulado, vai poder perceber o quanto está perdendo de detalhes e qualidade sonora ao escutar um CD ou mp3 da mesma música.

08/04/2013

Opinião: Paulo M. de Andrade - Blog Vídeo Gurú

Marcelo,

Falando em educação, ainda temos um outro problema. Antigamente as pessoas começavam como aprendizes. Iam aprendendo seus ofícios com pessoas mais experientes e só melhoravam de posto quando provavam que mereciam uma chance. Hoje vejo, com muita tristeza, a falta de respeito e até de consideração com os veteranos aqui no Brasil. As pessoas compram um equipamento e entram no mercado sem experiência nenhuma. E, em vez de procurar os mais experientes para aprender um pouco, dizem que eles são velhos e ultrapassados.

Recentemente presenciei uma situação que seria engraçada se não fosse trágica. Um jovem diretor não quis contratar um diretor de fotografia com anos de experiência e uma bagagem de dezenas de longas porque disse que ele era "ultrapassado". No lugar dele, contratou um jovem recém formado. Resultado: a linguagem "inovadora" do jovem se resumiu a um material com a câmera sacudindo o tempo todo, mesmo quando certas cenas pediam uma câmera parada. Essa linguagem "inovadora" já tem mais de 20 anos, quando ficou popular na MTV americana. O próprio diretor se arrependeu de sua escolha. Agora você vê os melhores diretores de fotografia dos EUA e a grande maioria já passou dos 50 ou 60 anos. São mais valorizados porque têm experiência, e os jovens dariam tudo para ser seus assistentes. Por aqui, a experiência é descartada e desvalorizada. E os profissionais ficam cada vez piores. 

Ou seja, se o mercado vem se desvalorizando, também está repleto de pessoas sem experiência e sem humildade para aprender com quem sabe. Ninguém mais quer ser assistente. Todos querem ser diretores. Se eles não respeitam nem os mais experientes, acha que vão respeitar o próprio mercado?

Tenho também ficado abismado com a quantidade de "profissionais" que vendem um serviço sem ter a mínima noção do que estão fazendo. São editores que se vendem como coloristas e o máximo que sabem fazer é aplicar um look enlatado do Magic Bullet. Ou, como presenciei, a pessoa que se dizia finalizadora que nem sabia exportar um vídeo para um VT, muito menos a diferença entra PAL e NTSC.

Também não sei onde o mercado vai parar. Nossa sorte é que sempre surgem algumas pessoas talentosas para compensar a mediocridade geral. Quem sabe, depois que os predadores extinguirem a si próprios do mercado, as coisas voltam a melhorar. A lei do cabo tem tido um efeito positivo nisso tudo. As exibidoras têm exigido um mínimo de qualidade e as produtoras têm buscado profissionais mais qualificados, senão têm seus produtos recusados. 

Abraço,

07/04/2013

Testamos a nova Sony NEX-EA50UH e gostamos!


Na foto, a nova Sony EA50 e a veterana JVC HD100U: gêmeas separadas na maternidade? 

A nova Sony NEX-EA50UH traz algumas novidades para o seguimento de câmeras profissionais de baixo custo (na faixa dos US$ 4 mil), como lentes intercambiáveis, sensor APS-C e formato híbrido handycam/ombro. Embora o design fuja do padrão tanquinho que a Sony vem mantendo nessa linha, não se trata de novidade. A EA50UH é praticamente (em ternos de formato e ergonomia) um clone da veterana JVC GY-HD100U lançada em 2005. E não há demérito nenhum nisso, pois boas idéias devem ser aproveitadas. E se há 8 anos atrás a HD100U inovava e seduzia com seu formato esguio e alongado, a nova integrante da linha NEX da Sony também chama atenção com seu corpo magro e longilíneo.